Bom dia!

 

CBOT inicia a sexta-feira trabalhando em alta.

Na véspera o mercado foi influenciado pelas fortes chuvas no estado do Rio Grande do Sul, que está com cerca de 60% da área de soja colhida, as inundações devem causar perda de produção e problemas logísticos.
Força ao RS.

Greves na Argentina e atraso na colheita devido as chuvas levaram a uma forte alta nas cotações de farelo que também tem sua parcela de participação na alta da soja grão.

A bolsa de cereales de Buenos Aires atualizou números para a colheita da Argentina:
SOJA 36%; com estimativa de produção de 51 milhões de toneladas.
MILHO 22% redução da estimativa de 49,5 para 46,5 milhões de toneladas.

Para o milho o clima quente e seco durante o desenvolvimento da segunda safra no centro-oeste do Brasil traz algum suporte aos preços.

No EUA os modelos meteorológicos estão prevendo chuvas que passarão pelo cinturão agrícola, o que poderá limitar o plantio até meados de maio.
O plantio de milho começou bem, mas as chuvas previstas podem atrasar o progresso geral dos trabalhos de campo.

Principais bolsas mundiais trabalham positivas, no aguardo do principal dado de emprego da semana o payroll dos EUA as 9h30 e deve trazer volatilidade ao mercado se vier fora do esperado por analistas.

Chairman do FED afastou qualquer possibilidade de aumento da taxa de juros nos EUA este ano.
Um possível corte está sendo precificado pelo mercado entre setembro e dezembro.
Temporada de balanços segue aquecida.

Petróleo estável;
DXY estável;

No BR a agência de classificação de riscos Moody´s revisou para cima a perspectiva da nota de crédito do Brasil, perspectiva da avaliação de “estável” para “positiva”, sinalizando que pode elevar esse rating no futuro e impulsionou a B3 na volta do feriado.

Ruídos políticos, cenário fiscal e balanços das grandes empresas seguem no radar do mercado.

Bons negócios, sucesso!

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