Bom dia!
Destaque da semana fica com o USDA com dois importantes relatórios na quinta-feira, o WASDE e o Crop Prodution.
Lembre-se: Feriado do ano novo chinês aproxima-se e deve deixar o mercado mais travado, ano do Dragão.
CBOT inicia a semana trabalhando mista queda para trigo, milho e farelo.
Estável para óleo e soja grão.
Na véspera, a soja terminou o dia com fortes baixas novamente, encerrando a semana com a pressão do avanço da colheita do Brasil, da redução dos produtos derivados da soja, fracas vendas de exportação dos EUA e dados do Payroll americano que definitivamente devem postergar o início da flexibilização da política monetária.
O farelo de soja tem sido fortemente especulado nas últimas semanas, enquanto o óleo de soja apresentou tendência de queda devido ao aumento das preocupações com a oferta e a demanda.
Os fundos especuladores de mercado seguem super pessimistas em grãos e carregam uma posição vendida bastante grande.
Clima em foco, chuvas dispersas continuam a cair em todo o Brasil, centro norte se beneficiaria com um clima mais seco neste momento para avançar com a colheita.
Na Argentina o clima permaneceu quente e seco durante o fim de semana antes que as chuvas comecem a cair novamente, e não se sabe se o recente período de calor e seca reduzirá as estimativas de produção.
Na contramão das expectativas o adido agrícola dos EUA na Argentina elevou sua estimativa da safra de milho da Argentina em 2 milhões de toneladas, para 57 milhões de toneladas. Em comparação, o USDA prevê atualmente uma safra de 55 milhões de toneladas.
Crise na agricultura na Europa, agricultores da França, Alemanha, Espanha, Bélgica e Itália seguem insatisfeitos com as medidas ambientais que causam percas de competitividade ao setor.
O Instituto Nacional de Pesquisa Hídrica e Atmosférica da Nova Zelândia disse que há 100% de chance de o El Niño durar até abril. Além disso, há 65% de probabilidade de que o padrão climático retorne a condições neutras no período de maio a julho.
Principais bolsas mundiais trabalham em modo cautela com agentes de mercado digerindo dados da véspera.
Crise imobiliária na China e crise bancária nos EUA segue no radar dos investidores, bem como as guerras com destaque para o Mar-vermelho com os EUA atacando as milicias apoiadas pelo Iraque e Síria.
Mercado monitora falas de dirigentes do FED que podem trazer novas pistas sobre o ciclo de aperto monetário na terra do Tio Sam.
Trump segue a frente na corrida presidencial americana.
Petróleo -0,5%;
Minério de ferro -0,7%;
DXY 0,30%;
No BR ATA do Copom e dados da inflação são destaques da semana.
Bastidores políticos seguem no radar com o fim do recesso parlamentar.
Temporada de divulgação de resultados segue aquecida com grandes bancos.
Boa semana, bons negócios!