Bom dia!
CBOT reabre as 10h30, as apostas dos agentes especuladores estão em baixa para milho e alta pra soja.
Fatores geopolíticos, condições climáticas e dinâmicas de oferta e demanda em diferentes regiões do mundo regem os mercados.
Colheita da safra recorde de milho no MT segue avançando, longas filas para descarga nas unidades e montanhas do cereal sendo armazenadas a céu aberto, anunciam o futuro logístico do país.
Modelos climáticos, de sete dias, seguem apontando bons volumes de chuvas para o cinturão agrícola dos EUA.
Modelos de 8 a 14 dias seguem trazendo acumulados expressivos de chuvas e temperaturas mais amenas. Que certamente beneficiarão as culturas em desenvolvimento.
Acordo de exportação de grãos no mar negro, volta ao radar dos investidores.
As negociações entre a Rússia e a Ucrânia ainda estão em andamento, o que sugere que ainda existe a possibilidade de um acordo ou renovação do corredor de exportação.
Principais bolsas mundiais trabalham com tom baixista com agentes de mercado aguardando a divulgação da ATA do FOMC na volta do feriado americano.
O documento deve trazer pistas importantes sobre os rumos das taxas de juros nos EUA.
Investidores repercutem a desaceleração da atividade do setor de serviços da China em junho.
Mercado aguarda os índices sobre o mercado de trabalho dos EUA: relatório Jolts, a pesquisa ADP e o payroll do mês de junho, este último, na sexta-feira.
Petróleo estável;
Minério de ferro 0,70%
DXY 0,20%;
No BR o destaque continua sendo o meio político com importantes pautas sendo discutidas, mercado acompanha a possível prolongação da votação da reforma tributária para agosto.
Alguns deputados estão insatisfeitos com as promessas não cumpridas, como o pagamento das emendas e a demora em nomear o deputado Celso Sabino para o Ministério do Turismo.
Comissão do Senado aprova indicados para diretorias do BC; indicado para a Diretoria de Política Monetária, Gabriel Galípolo foi aprovado por 23 votos a 2; funcionário de carreira do BC, Ailton Santos foi aprovado para a Diretoria de Fiscalização por 24 votos a 1.
Uruguai expõe divergências com o Mercosul e não assina comunicado conjunto do bloco; o documento foi assinado pelos presidentes do Brasil, Argentina e Paraguai.
Boa quarta-feira, bons negócios!