Bom dia!

 

A soja continua caminhando de lado em Chicago na manhã desta terça-feira, com foco no clima sul-americano, nos fundos e na espera do USDA.
– O mercado testa os seus níveis mais baixos em cerca de três anos em Chicago, e os comerciantes continuam a prestar atenção às condições fundamentais.
– Neste momento a maior atenção está voltada para a Argentina, que sofre uma onda de calor e uma perda de potencial produtivo, ao mesmo tempo que monitoriza o comportamento dos fundos.
– No Brasil os alertas se devem às condições do sul do país, onde o clima é adverso, os campos também estão sentindo e já registram alta incidência de ferrugem asiática.
– No aspecto macroeconómico, a valorização do dólar continua a pesar sobre as matérias-primas e os cereais norte-americanos. Porém, os fundos compraram ontem milho e soja em Chicago. Por outro lado, continuam a vender trigo.
– Os preços do milho se mantiveram estáveis em Chicago, impulsionados pelas boas vendas semanais de exportação para os Estados Unidos na semana passada e pelo anúncio de ontem de mais uma venda excepcional de 155,5 mil toneladas para o México.
– A soja apresentou leve recuperação técnica, mas ainda segue em tendência de baixa.
– As vendas de soja nova no Brasil foram estimadas em 31,9% da produção planejada, o que está 12,6 pontos percentuais abaixo da média histórica.
– Esse ritmo lento de vendas de soja nova no Brasil é atribuído aos agricultores que aguardavam uma recuperação nos preços de mercado, que não se concretizou.
– A oferta de soja no Brasil supera a demanda, o que tem levado à queda dos preços no mercado interno.
– Apesar dos problemas climáticos e da produção abaixo do esperado, a oferta de soja no Brasil continua elevada. A demanda chinesa pelo produto brasileiro continua baixa.
– Isso levou à queda dos preços da soja, bem como de seus subprodutos, como o farelo e o óleo de soja.
– Os preços de exportação do trigo russo continuaram a cair na semana passada, ainda sob pressão do excesso de oferta, enquanto os embarques subiram para o máximo de quatro meses após um clima melhor nos portos.

Boa terça, bons negócios!

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