Bom dia!

 

CBOT trabalha em baixa neste início de sexta-feira.
Devolvendo os ganhos observados na véspera.

Fortes vendas semanais e dados de esmagamento dos EUA, que vieram acima da expectativa do mercado, foram contrabalançadas pela expectativa de oferta volumosa, somada as boas condições climáticas em andamento e a antecipação de uma grande safra pressionaram as cotações.

Após uma série de quedas sucessivas, a cotação da soja novembro vem tentando se estabilizar na faixa de US$9,55/9,75 por bushel desde meados da semana.

Na América do Sul, os prêmios de exportação da soja brasileira caíram ontem, enquanto os prêmios do farelo e do óleo de soja se fortaleceram.

Para analistas o clima benéfico em grande parte do cinturão agrícola dos EUA deve limitar possíveis ralis de preço no milho no estágio final de desenvolvimento.

A bacia do Rio Amazonas está passando por condições muito secas, pior do que no ano passado. Os baixos níveis do rio podem estar afetando o embarque de soja das áreas do norte para os portos. Embora a maioria da soja seja exportada dos portos do sul, a logística difícil nos portos do norte pode aumentar a demanda de exportação dos EUA.

Rumores de que a China comprou vários carregamentos de soja, incluindo dois do Golfo para outubro e um para novembro, além de dois carregamentos do Brasil para setembro/outubro.

Na Argentina, a estimativa, da Bolsa de Comércio de Rosário, que a área semeada com milho na temporada 2024/25 pode atingir 7,67 milhões de hectares.
A projeção representa queda de 21%, ou 2 milhões de hectares, ante a área plantada no ano passado, e se deve principalmente aos danos causados no ciclo anterior pela cigarrinha do milho.
Esta seria a primeira redução de área após nove anos de crescimento. Caso se confirme, a área poderá resultar em produção de 49 milhões de toneladas de milho, considerando clima normal.

Principais bolsas mundiais trabalham mistas.
Novos dados da atividade econômica dos EUA divulgados nos últimos dias reduziram o temor de recessão e deram impulso às Bolsas.
Novos dados de hoje e discursos de membros do FED estão no radar dos investidores.

Petróleo -2,5%;
Minério de ferro -1%;
DXY -0,25%%

No BR destaque para o IBC-BR, considerado a previa do PIB por economistas.
Provável sucessor de Roberto Campos Neto na presidência do BC, Gabriel Galípolo afirmou que a “alta da Selic está na mesa”.
Ruídos políticos/fiscais no radar do mercado.

Boa sexta-feira, bons negócios!

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