Bom dia!
CBOT inicia a quarta feira trabalhando com leves baixas.
Bom avanço do plantio norte americano pouco acima das medias históricas, embora os últimos 10~15% possam ser desafiadores devido ao tempo húmido, o mercado pode estar a desviar o seu foco da plantação e a olhar para o clima de verão e para o desenvolvimento das culturas.
Na véspera os futuros da soja sofreram forte pressão de venda durante a sessão, acompanhando a forte liquidação do farelo de soja, em que o contrato de julho registrou perda de 2,56% em um movimento de realização de lucros por parte dos fundos especuladores de mercado.
A ausência de confirmação de compras chinesas de soja dos EUA foi outro fator baixista para as cotações. Na semana passada, os preços foram impulsionados em parte por rumores de que a China teria comprado.
A ampla oferta de soja sul americana no mercado de exportação também pressiona o mercado.
Há expectativa de que a Argentina comece a exportar milho para a China, já em julho, também pressionou as cotações, pois podem reconfigurar os fluxos comerciais mundiais.
Trigo segue com o apoio proveniente de preocupações globais sobre a produção na região do Mar Negro e em partes da Europa.
A safra de trigo da Rússia deve alcançar 82,1 milhões de toneladas em 2024, 3,6 milhões de toneladas a menos do que o estimado em 15 de maio, de 85,7 milhões de toneladas, segundo a SovEcon.
A revisão reflete danos maiores do que o esperado ao trigo de inverno após as geadas de maio.
Plantio de trigo no PR alcança 59% da área, segundo Deral.
Fiquem atentos as boas oportunidades de negócios amigos, vamos construir medias de vendas juntos.
Principais bolsas mundiais trabalham em queda.
Agentes de mercado aguardam os dados do livro bege americano, falas de dirigentes do FED também estão no radar.
O FMI elevou a sua previsão de crescimento da China em 2024 de 4,6 para 5% com base na recente expansão econômica e no apoio governamental.
Petróleo 0,7%;
Minério de ferro -1,10%;
DXY 0,20%;
No BR previa da inflação veio abaixo do esperado trazendo um certo alivio a politica monetária.
Véspera de feriado no BR, não teremos dólar amanhã, destaque para dados do emprego agora pela manhã.
Bons negócios!