Bom dia!

 

CBOT trabalha em queda após movimento de correção da véspera por parte dos fundos especuladores de mercado, que carregam uma posição vendida bastante grande.

Modelos climáticos recentes apontam para uma onda de calor extremo na Argentina, entretanto não devem reverter as perspectivas de uma safra de 50mi tons de soja dos Hermanos.
O clima da Argentina tem sido o foco, as previsões meteorológicas apontam para um potencial decente de chuvas em fevereiro, mas as temperaturas estão acima do normal no curto prazo. O excesso de calor poderá limitar alguma produção global de cereais, o que ajudou a sustentar o mercado na véspera.

Brasil está recebendo chuvas esparsas, ao norte tem chovido demais, enquanto ao sul são benéficas.
Para o milho apesar da alta da véspera, a tendência ainda é de baixa, segundo analistas.
A oferta volumosa dos EUA, combinada com a fraca demanda pelo grão norte-americano, vem pesando sobre os preços com a ausência de novidades.

CONAB estima a colheita brasileira de soja em torno de 10% com o estado do MT mais avançado com cerca de 20%.

Principais bolsas mundiais trabalham no modo cautela na “super-quarta” com a divulgação da taxa de juros nos EUA e no BR.
Nos EUA 98% de chances de manutenção da taxa de juros. Enquanto no BR é esperado um corte de 0,50%.
Agentes de mercado aguardam ansiosos o discurso do chairman no FED, as 16h30, que pode apontar os rumos da política monetária na terra do tio Sam.

Mercado monitora dados do emprego e a continuidade da divulgação de resultados das grandes empresas.

Na Argentina, tribunal de apelações invalida reforma trabalhista de Milei.
Na China, Evergrande, gigante imobiliária, tem falência decretada por tribunal.

Petróleo -1%;
Minério de ferro -3%;
DXY estável;

No BR formação da taxa PTAX do dólar deve movimentar as cotações.
Temporada de divulgação de resultados começa por aqui.
Dados do emprego com a PNAD continua, base dezembro.
Governo tem déficit de R$230,5 bilhões em 2023.
Brasil passa Argentina e vira o mais endividado da América Latina, dívida brasileira equivale a mais de 85% do PIB.
Para 2024, governo segue perseguindo meta de déficit zero, ou seja, equilíbrio das contas, será?

Boa quarta-feira, bons negócios!

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