Boa tarde, a Bolsa de Chicago passa a operar em alta nos principais ativos com foco na demanda após novos anúncios de vendas de soja e milho dos EUA para a China. Foram reportadas vendas de 2,11 milhões de toneladas de milho 2020/21 e 132 mil toneladas de soja 2020/21.


A colheita de soja 2020/21 no Paraná segue com menos de 1%, com as chuvas dos últimos dias impedindo os trabalhos no campo e já trazendo preocupações aos agricultores quanto a incidência de doenças. As lavouras seguem com 83% em boas condições, 14% em condições médias e 3% em condições ruins. A maturação atinge 6% das lavouras, contra 4% da última semana. Nesta safra a produção de soja deve ter recuo de 2% em relação à safra anterior, para 20,39 milhões de toneladas.


A colheita do milho 1a safra no Paraná também segue com menos de 1%, em linha com os últimos anos. As condições das lavouras de milho também ficaram estáveis durante a última semana, com 79% em boas condições, 16% em condições médias e 5% em condições ruins. Nesta safra a produção do milho 1a safra deve chegar a 3,36 milhões de toneladas, contra 3,56 milhões da safra anterior. Já a 2a safra de milho deve ter crescimento de 14% em relação à safra anterior, para 13,58 milhões de toneladas.


O plantio de soja 2020/21 na Argentina está finalizado com uma área de 17,2 milhões de hectares, segundo a Bolsa de Cereales de Buenos Aires. As altas temperaturas aliadas a falta de chuvas comprometem o crescimento das lavouras no centro da área agrícola, gerando perdas de potencial de rendimento em lotes avançados que passam por estágios críticos de formação de vagens ou iniciam o enchimento. Com este cenário, a projeção de produção foi reduzida em 500 mil toneladas, para 46 milhões de toneladas.


O plantio de milho 2020/21 na Argentina está na reta final, com 97,9% semeado dos 6,3 milhões de hectares projetados para esta safra. As precipitações registradas no leste e norte do país mantém as reservas hídricas adequadas e o bom estado das lavouras na região.


O número de mortos em todo o mundo causados pelo novo coronavírus (COVID-19) subiu para 2.194.204 hoje, de 2.180.021 até ontem, com 101.605.084 casos confirmados. Desde ontem são mais de 500.000 novos casos confirmados. O número de recuperados da pneumonia causada pelo vírus chegou a 56.188.753, de 55.878.254 até ontem.


No Brasil, o número de casos de COVID-19 subiu para 9.058.687 hoje, de 8.996.876 até ontem, segundo o consórcio de veículos de imprensa a partir de dados das secretarias estaduais de Saúde. O número de mortos chegou a 221.547 de 220.161 até ontem. O número de pacientes recuperados somam 7.979.513, de 7.964.176 do dia anterior.


O dólar opera com leve alta frente a outras moedas. Os pedidos iniciais de auxílio-desemprego nos EUA recuaram 67 mil pedidos na semana encerrada no dia 23, para taxa sazonalmente ajustada de 847 mil, segundo o Departamento de Trabalho. A média móvel de 4 semanas subiu 16.250 pedidos, a 868.000. A taxa de desemprego recuou 0,1 ponto percentual na semana encerrada no dia 16, para 3,4%.


No Brasil a moeda segue em alta, se aproximando novamente dos R$5,50. Ontem a moeda subiu 0,49%, a R$5,4331. As contas do setor público consolidado (governo federal, estados, municípios e empresas estatais) registraram um déficit primário de R$ 702,950 bilhões em 2020, equivalente a 9,49% do Produto Interno Bruto (PIB), o pior resultado da série histórica, segundo o Banco Central. Somente os gastos com as medidas de combate ao coronavírus somaram mais de R$ 620 bilhões, sendo mais de R$320 bilhões somente com o auxílio emergencial. Em 2019 as contas do setor público consolidado registrou déficit de R$ 61,872 bilhões. A dívida bruta do setor público subiu de 74,3% em 2019 para 89,3% do PIB em 2020, ou R$ 6,615 trilhões.


As bolsas globais operam majoritariamente em baixa com o aumento das preocupações da nova cepa do coronavírus no mundo e atrasos na distribuição de vacinas.


Os futuros do petróleo sobem recuperando parte da baixa de ontem, com foco na queda nos estoques dos EUA.


No Brasil, tempo chuvoso principalmente no Sul até a próxima semana.

Previsão de Precipitação Brasil, 7 dias, em milímetros.


Na Argentina, tempo chuvoso em boa parte do país até a próxima semana.

Previsão de Precipitação Argentina, 7 dias, em milímetros.

Prêmios *referente ao dia anterior

Paranaguá

SOJA

COMPRADOR

VENDEDOR

Spot

55

65

Mar

45

55

Abr

45

55

Mai

50

60

FARELO DE SOJA

COMPRADOR

VENDEDOR

Spot

33

34

ÓLEO DE SOJA

COMPRADOR

VENDEDOR

Spot

80

100

Golfo do México – EUA

SOJA

COMPRADOR

VENDEDOR

Spot

78

81

Mar

80

83

Abr

80

84

MILHO

COMPRADOR

VENDEDOR

Spot

71

74

Mar

72

75

Abr

72

75

Via Láctea pode ter abrigado diversas civilizações antigas

Ricardo Isídio, via nexperts, Tecmundo


A maioria das possíveis civilizações alienígenas da Via Láctea pode já ter sido destruída, de acordo com uma pesquisa apresentada pela NASA e desenvolvida em parceria com o Instituto de Tecnologia da Califórnia (Caltech).

Intitulado A Statistical Estimation of the Occurrence of Extraterrestrial Intelligence in the Milky Way Galaxy, o estudo de Jonatham Jiang e outros pesquisadores se baseou na astronomia moderna e modelagem estatística para mapear a morte de seres inteligentes no tempo e espaço na galáxia.

Ao traçarem essa evolução no decorrer do tempo, os especialistas constataram que o pico de índice do surgimento da vida ocorreu há cerca de 13 mil anos-luz do centro galáctico e 8 bilhões de anos após a sua formação.

Assim, haveria pistas de que outras civilizações mais jovens poderiam estar agrupadas em torno dessa faixa, principalmente devido à prevalência de estrelas similares ao Sol na região.

O trabalho também indicou que os locais de possível vida na galáxia teriam tendência a um cenário de autoaniquilação. Nesse contexto, foram analisados uma série de fatores supostamente influenciadores do desenvolvimento e o tempo necessário para a sua evolução em condições adequadas.

Possíveis razões para o fim

As causas e a frequência pelas quais as civilizações seriam exterminadas são as variáveis mais incertas, sendo que essa regularidade seria importante para determinar a capacidade de extensão da vida. Por sua vez, as alterações climáticas decorrentes de avanços tecnológicos ou guerras podem ter atuado como principais razões de seu fim.

Contudo, para essa explicação, os pesquisadores não descartaram o impacto da exposição dos planetas à radiação ou à interrupção do processo de evolução devido a asteroides ou a outro tipo de catástrofe natural.

Os resultados atingidos trazem uma atualização para a famosa equação elaborada por Frank Drake em 1961 e popularizada pelo físico Carl Sagan na série Cosmos. Por meio de dados probabilísticos, o modelo estima o número de civilizações extraterrestres possivelmente ambientadas na Via Láctea.

Desde a época de Carl Sagan, tem havido muita pesquisa. Especialmente desde os telescópios espaciais Hubble e Kepler, temos muito conhecimento sobre as densidades [de gás e de corpos celestes] na Via Láctea e taxas de formação de estrelas e planetas, bem como a taxa de ocorrência de explosões de supernovas. De fato, agora conhecemos alguns dos números que na época do famoso episódio de Cosmos ainda eram um mistério”, disse Jiang.

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