Bom dia, a Bolsa de Chicago opera em alta nos principais ativos realizando parte da baixa de ontem. Ontem o dia foi de baixa generalizada das commodities e das bolsas globais em dia de aversão ao risco e com o mercado temendo mais lockdowns na China por conta da Covid-19 e com decisão dos juros nos EUA nesta semana.


O plantio de soja 2022/23 nos EUA atingiu 8% até domingo, contra 22% do mesmo período do ano passado e 13% da média dos últimos 5 anos, segundo o USDA.


O plantio de milho 2022/23 nos EUA atingiu 14%, contra 42% do mesmo período de 2021 e 33% da média. A emergência das plantas atingiu 3%, contra 7% de 2021 e 6% da média.


Os embarques de soja dos EUA foram de 601 mil toneladas na semana encerrada no dia 28 de abril, contra 605 mil da semana anterior e 155 mil do mesmo período do ano passado. Na temporada os embarques de soja somam 47,21 milhões de toneladas, contra 55,65 milhões do mesmo período da temporada anterior. Os embarques de milho foram de 1,68 milhão de toneladas, contra 1,67 milhão da semana anterior e 2,21 milhões do mesmo período de 2021. Na temporada os embarques de milho dos EUA somam 36,58 milhões de toneladas, contra 43,62 milhões do mesmo período da temporada 2021/22.


O dólar opera em baixa frente a outras moedas. Começa hoje a reunião de 2 dias do Comitê Federal de Mercado Aberto (FOMC) para a decisão de política monetária dos EUA, com expectativa de alta de 0,5 ponto percentual nos juros para faixa entre 0,75%-1,00% ao ano.


No Brasil o dólar subiu 2,60% no dia de ontem com expectativa das reuniões dos Bancos Centrais nos EUA e Brasil. A moeda fechou cotada a R$5,0708. O Índice de Confiança Empresarial subiu 2,7 pontos em abril, para 94,5 pontos, atingindo o maior nível desde novembro do ano passado, segundo a Fundação Getúlio Vargas. “Com a segunda alta seguida, o ICE reverte a tendência de queda observada entre setembro de 2021 e fevereiro de 2022 e recupera 30% dos 11,2 pontos perdidos no período. O outro destaque no mês é a confiança industrial, que subiu 2,4 pontos após oito quedas seguidas. Além da redução de incerteza com a percepção de controle sobre a pandemia, o índice está sendo impulsionado neste início de segundo trimestre por medidas de estímulo como redução de IPI, liberação de recursos do FGTS e antecipação do 13º de aposentados e pensionistas”, destacou Aloisio Campelo Jr., Superintendente de Estatísticas do FGV IBRE. Começa hoje a reunião de 2 dias do Comitê de Política Monetária (Copom), com expectativa de alta de 1 ponto percentual na meta da taxa Selic, para 12,75% ao ano. O Índice de Atividade Econômica (IBC-Br), conhecido como a “prévia do PIB”, registrou crescimento de 0,34% em fevereiro. No primeiro bimestre do ano o IBC-Br registrou alta de 0,4% e, nos últimos 12 meses até fevereiro, crescimento de 4,8%. Na comparação com fevereiro do ano passado o indicador registrou crescimento de 0,66%.


As bolsas globais operam majoritariamente em alta. O Reino Unido prometeu hoje suprimentos de armas mais rápidos para a Ucrânia, enquanto o país tenta se defender de um novo ataque russo no leste e no sul. O primeiro-ministro Boris Johnson anunciou um novo pacote de ajuda militar defensiva de 300 milhões de libras (US$ 375 milhões).


Os futuros do petróleo recuam pressionado pelos temores de bloqueios do Covid-19 na China.


No Brasil, alerta de temporais em parte do Sul hoje.

Previsão de Precipitação Brasil, 24 horas, em milímetros.



Na Argentina, tempo estável em boa parte do país nesta semana.

Previsão de Precipitação Argentina, 7 dias, em milímetros.


Nos EUA, tempo predominantemente estável no Meio-Oeste hoje.

Previsão de Precipitação EUA, 24 horas, em polegadas.



Prêmios *referente ao dia anterior

Paranaguá

SOJA

COMPRADOR

VENDEDOR

Spot

150

160

Jun 22

150

160

Jul 22

165

178

FARELO DE SOJA

COMPRADOR

VENDEDOR

Spot

200

210

ÓLEO DE SOJA

COMPRADOR

VENDEDOR

Spot

250

270

Golfo do México – EUA

SOJA

COMPRADOR

VENDEDOR

Spot

110

115

Jun

112

116

Jul

104

110

MILHO

COMPRADOR

VENDEDOR

Spot

90

97

Jun

86

90

Jul

80

85

Como a extinção dos dinossauros influenciou na evolução das plantas

Flavia Correia, Olhar Digital


Há cerca de 66 milhões de anos, um imenso asteroide atingiu a Terra, desencadeando uma série de eventos catastróficos, como incêndios florestais e um extenso inverno nuclear, por meio do qual a ausência de luz solar (e, consequentemente, de calor) provocou o início de uma das muitas eras do gelo que o planeta enfrentou. Isso causou a extinção de 80% dos animais da Terra, incluindo a maior parte dos dinossauros.

Com isso, grandes herbívoros foram dizimados, surgindo outras espécies após 25 milhões de anos. Então, vem a questão: uma vez que plantas e animais herbívoros têm uma relação direta, como a extinção dessas criaturas e o posterior surgimento de novos chamados “mega-herbívoros” (como elefantes e rinocerontes) afetaram a evolução da flora terrestre?

Para responder a essa pergunta, uma equipe de cientistas liderada pelo Centro Alemão de Pesquisa Integrativa da Biodiversidade (iDiv) e pela Universidade de Leipzig, também na Alemanha, analisou plantas fósseis e outras atualmente vivas. Os resultados foram publicados no periódico Proceedings of the Royal Society B: Biological Sciences.

As análises genéticas permitiram aos pesquisadores traçar os desenvolvimentos evolutivos das plantas durante e após a lacuna de existência de mega-herbívoros. Assim, eles confirmaram, pela primeira vez, a suposição científica comum de que muitas espécies de palmeiras na época dos dinossauros traziam grandes frutos e estavam cobertas com espinhos em seus troncos e folhas.

No entanto, a equipe de pesquisa descobriu que a “velocidade evolutiva” com a qual novas espécies de palmeiras com pequenas frutas surgiram durante a lacuna de mega-herbívoros diminuiu, enquanto a velocidade evolutiva daqueles com grandes frutos permaneceu quase constante. O tamanho das frutas em si também aumentou.

Traços de defesa das plantas analisadas diminuíram durante a lacuna dos mega-herbívoros

Aparentemente, animais muito menores também poderiam comer grandes frutas e espalhar as sementes com suas excreções. “Assim, pudemos refutar a suposição científica anterior de que a presença de grandes frutos de palmeiras dependia exclusivamente de mega-herbívoros”, diz o primeiro autor do estudo, Renske Onstein, pesquisador doutor do iDiv e da Universidade de Leipzig. “Assumimos, portanto, que a falta de influência de grandes herbívoros levou a vegetações mais densas nas quais plantas com sementes e frutos maiores tinham uma vantagem evolutiva”.

No entanto, os traços de defesa das plantas (espinhos nos caules e acúleos em folhas) mostraram um quadro diferente: o número de espécies de palmeiras com traços de defesa diminuiu durante a lacuna de mega-herbívoros.

Traços de defesa sem predadores aparentemente não ofereciam mais vantagens evolutivas”, diz Onstein, que lidera o grupo de pesquisa júnior Evolução e Adaptação no iDiv. “No entanto, eles retornaram na maioria das espécies de palmeiras quando novos mega-herbívoros evoluíram, em contraste com as mudanças nos frutos, que persistiram”.

Essa pesquisa lança uma nova luz sobre evolução e adaptação durante um dos períodos mais enigmáticos e únicos da história da evolução vegetal, ao longo e depois da extinção de mega-herbívoros.

Entender como as extinções de mega-herbívoros afetaram a evolução das plantas no passado também pode ajudar a prever desenvolvimentos ecológicos futuros. A extinção contínua de animais de grande porte devido à caça humana e às mudanças climáticas também pode afetar a variação de características nas comunidades e ecossistemas vegetais.

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