Boa tarde, a Bolsa de Chicago volta a operar em baixa nos principais ativos após trabalhar parte do dia no positivo.


O número de mortos causados pelo novo coronavírus (2019-nCoV) subiu para 494 hoje, de 427 até ontem, com mais de 24.600 casos confirmados em 25 países e territórios, sendo 24.405 casos somente na China continental. Até ontem haviam pouco mais de 20.700 casos confirmados. 1.029 pessoas infectadas já se recuperaram da pneumonia causada pelo vírus. https://gisanddata.maps.arcgis.com/apps/opsdashboard/index.html#/bda7594740fd40299423467b48e9ecf6


A colheita de soja 2019/20 no Paraná atingiu 4,24%, atrasado em relação à média dos anos anteriores, segundo a SEAB/Deral. As condições das lavouras tiveram melhora durante a última semana, com as lavouras em boas condições passando de 89% para 91%. A maturação atinge 26% das lavouras, outros 60% estão em enchimento de grãos, 11% em floração e 3% em desenvolvimento vegetativo.


A colheita do milho 1a safra no Paraná atingiu 4,05%, contra 8,5% do mesmo período do ano passado. As lavouras estão com 93% em boas condições e 36% em maturação. O plantio do milho 2a safra avançou pouco mais de 3 pontos percentuais durante a última semana, para 7,41%, contra 38,5% do mesmo período de 2019.


O dólar opera em alta frente a outras moedas.


O setor privado dos EUA criou 291 mil postos de trabalho em janeiro, segundo o Relatório Nacional de Emprego da ADP, considerado uma prévia do relatório de empregos Payroll, que será divulgado na manhã desta sexta-feira. O número veio quase o dobro do esperado, que era de criação de 156 mil postos.


A balança comercial dos EUA registrou déficit de US$48,88 bilhões em dezembro de 2019, 11,9% acima do déficit registrado em novembro, segundo o Departamento de Comércio. O saldo negativo da balança de novembro foi ligeiramente revisado para cima, de US$ 43,09 bilhões para US$ 43,69 bilhões. As exportações dos EUA subiram 0,8% em dezembro ante novembro, a US$ 209,64 bilhões, enquanto as importações cresceram 2,7%, a US$ 258,52 bilhões. Em todo o ano de 2019 o déficit comercial dos EUA caiu 1,7%, a US$ 616,8 bilhões, a primeira redução desde 2013.


No Brasil o dólar opera próximo à estabilidade antes da decisão dos juros. Ontem a moeda subiu 0,21%, a R$4,2580. Termina hoje a reunião de dois dias do Copom (Comitê de Política Monetária) do Banco Central para a decisão de política monetária do Brasil, com expectativa de corte na Selic em 0,25 ponto percentual, para novo piso histórico de 4,25%. A decisão será divulgada após o fechamento dos mercados.


Os brasileiros já pagaram R$300 bilhões em impostos este ano, segundo o “Impostômetro” da Associação Comercial de São Paulo (ACSP). Somente no estado de São Paulo o número ultrapassa os R$107 bilhões. A marca foi atingida no início da tarde de hoje. Em 2019, a arrecadação de impostos chegou ao recorde de R$ 2,5 trilhões.

O setor de serviços do Brasil medido pelo índice de preços ao consumidor (PMI) subiu a 52,7 em janeiro, de 51,0 em dezembro, segundo o IHS Markit. O melhor desempenho no setor foi apresentado por Finanças e Seguros.


As bolsas globais operam majoritariamente em alta com movimento de correção.


Os futuros do petróleo operam com forte alta realizando parte das baixas recentes e com expectativa da reunião da Organização dos Países Exportadores de Petróleo e aliados (Opep+), que devem aprofundar os cortes na produção para compensar a queda na demanda global.


Os estoques de petróleo bruto dos EUA subiram 3,355 milhões de barris durante a última semana, após alta de 3,548 milhões na semana anterior, segundo a Agência de Informação de Energia (EIA). A alta veio em torno de 500 mil barris acima do esperado. Já os estoques de gasolina recuaram 91 mil barris e os de destilados recuaram 1,512 milhão de barris no período.


O setor de serviços da China medido pelo PMI da Caixin/Markit caiu a 51,8 em janeiro, de 52,5 em dezembro. O PMI Composto, que engloba também o setor industrial, caiu a 51,9 em janeiro de 52,6 em dezembro.

No Brasil, tempo chuvoso no centro-norte do país amanhã.

Previsão de Precipitação Brasil, 24 horas, em milímetros.




Na Argentina, tempo chuvoso em boa parte do país amanhã.

Previsão de Precipitação Argentina, 24 horas, em milímetros.

Prêmios *referente ao dia anterior

Paranaguá

SOJA

COMPRADOR

VENDEDOR

Fev

50

60

Mar

45

55

Abr

35

45

Mai

40

50

FARELO DE SOJA

COMPRADOR

VENDEDOR

Fev

-6

-2

Mar

-4

-1

Abr

-14

-10

Mai

-18

-15

ÓLEO DE SOJA

COMPRADOR

VENDEDOR

Spot

270

330

Golfo do México – EUA

SOJA

COMPRADOR

VENDEDOR

Fev

60

65

Mar

58

63

Abr

54

60

MILHO

COMPRADOR

VENDEDOR

Fev

57

67

Mar

60

68

Abr

58

66

Embrapa desenvolve versão de hambúrguer sem carne

“Novo Burguer” é feito com fibra de caju, proteína de soja, cebola, tomate, pimentão, corante natural e temperos. Produto está à venda no Rio de Janeiro.

Por G1

“Novo Burguer” desenvolvido pela Embrapa — Foto: Reprodução/Embrapa

A Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária (Embrapa) desenvolveu e colocou à venda em uma rede de supermercados do Rio de Janeiro um hambúrguer que tem gosto tradicional, mas que não é feito de carne animal.

O “Novo Burguer” é feito com fibra de caju, proteína de soja, cebola, tomate, pimentão, corante natural e temperos, e tem características sensoriais assemelhadas ao hambúrguer de carne. O alimento está disponível aos consumidores desde dezembro.

A pesquisadora Janice Lima, responsável pelo produto, explicou em entrevista à Agência Brasil que o objetivo “não é que as pessoas parem de comer carne, mas dar mais uma opção”. Segundo ela, a produção de produtos com proteína vegetal pode ser menos onerosa que a proteína animal.

Especialmente no caso do Novo Burguer que utiliza o bagaço do caju, geralmente eliminado pela indústria de suco ou revendido para alimentação de animais.

O produto foi criado para pessoas batizadas como “flexitarianos” – aqueles indivíduos que apesar de gostarem de carne querem balancear a dieta e buscam reduzir o consumo de carne.

São diferentes de vegetarianos ou veganos que não gostam do sabor da carne e não querem alimentos que simulem a carne”, afirmou Janice.

O produto é fabricado e comercializado por uma empresa de alimentos de Niterói, que tem acordo de cooperação com a Embrapa.

Um dos produtos que mais chamou atenção na Consumer Electronic Show (CES) 2020, a maior feira de tecnologia do mundo, foi o Impossible Pork, “carne de porco” falsa recém lançada pela Impossible Foods.

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