Boa tarde, a Bolsa de Chicago opera em baixa nos principais ativos com pressão de colheita e menores expectativas sobre acordo comercial. O presidente dos EUA, Donald Trump, disse hoje que não deve assinar qualquer acordo comercial com a China até se reunir com o presidente chinês, Xi Jinping, durante Fórum da Cooperação Econômica Ásia-Pacífico (Apec), que acontece de 11 a 17 de novembro no Chile.


A colheita de soja nos EUA atingiu 26% até domingo, contra 37% do mesmo período de 2018 e 49% da média dos últimos 5 anos, segundo o USDA. As condições das lavouras de soja tiveram melhora de 1 ponto percentual durante a última semana, para 54% bom/excelente, contra 66% do mesmo período do ano passado.


A colheita de milho nos EUA atingiu 22%, contra 38% de 2018 e 36% da média. As condições das lavouras de milho tiveram piora de 1 ponto percentual durante a última semana, para 55% bom/excelente, contra 68% do mesmo período do ano passado.


O esmagamento de soja nos EUA foi de 152,566 milhões de bushels em setembro, após esmagamento de 168,85 milhões de bushels em agosto e 160,779 milhões em setembro de 2018, segundo a NOPA (Associação Nacional dos Processadores de Oleaginosa dos EUA). A expectativa do mercado estava em um processamento bem maior, de 162,2 milhões de bushels. Os estoques de óleo de soja subiram de 1,401 bilhão para 1,442 bilhão de libras-peso, contra 1,531 bilhão do mesmo período do ano passado.


O USDA reportou ontem a venda de 142.579 toneladas de soja 2019/20 para destinos desconhecidos. O USDA reportou hoje a venda de 228.600 toneladas de milho para o México, sendo 137.160 toneladas na temporada 2019/20 e 91.440 toneladas na temporada 2020/21.

O dólar opera com leve baixa frente a outras moedas. O Federal Reserve divulga logo mais o Livro Bege, um relatório sobre a situação econômica em cada um dos 12 distritos do Fed.


As vendas do comércio varejista dos EUA caíram 0,3% em setembro, após alta de 0,6% em agosto (revisado de 0,4%), segundo o Departamento de Comércio. Foi a primeira queda em 7 meses. Na comparação anual, as vendas subiram 4%.


No Brasil, a moeda opera com leve baixa realizando as altas recentes. A inflação medida pelo Índice Geral de Preços-10 (IGP-10) subiu 0,77% em outubro, após queda de 0,29% em setembro, segundo a Fundação Getulio Vargas (FGV). Dentre os sub-índices que compõe o IGP-10, o Índice de Preços ao Produtor Amplo-10 (IPA-10) subiu 1,16%, o Índice de Preços ao Consumidor (IPC-10) recuou 0,06% e o Índice Nacional de Custo da Construção-10 (INCC-10) recuou 0,09%. A economia brasileira cresceu 0,9% em agosto ante julho segundo o Monitor do PIB da Fundação Getulio Vargas (FGV). No trimestre de junho a agosto o crescimento foi de 0,6% ante o trimestre anterior. Na comparação anual, a economia cresceu 0,2% em agosto e recuou 0,3% no trimestre até agosto. O Banco Central vendeu hoje todos os 10.500 contratos de swap cambial reverso ofertados e todos os US$ 525 milhões em moeda à vista ofertados. Ontem a moeda subiu 0,88%, a R$4,1641.


As bolsas globais operam majoritariamente em baixa com menores expectativas sobre acordo comercial entre EUA e China, e com fracasso nas negociações do Brexit.


Os futuros do petróleo operam com leve alta realizando parte das baixas recentes com temores sobre desaceleração global.


A inflação ao consumidor da zona do euro medido pelo Índice de Preços ao Consumidor (IPC) subiu 0,2% em setembro ante agosto, após alta de 0,1% em agosto, segundo a Eurostat. Na comparação anual, o IPC desacelerou para alta de 0,8% em setembro, de 1% em agosto. Com o resultado, a inflação do bloco se afasta ainda mais da meta do Banco Central Europeu (BCE), que é de taxa ligeiramente inferior a 2%.


A inflação ao consumidor do Reino Unido medido pelo CPI subiu 0,1% em setembro ante agosto, após alta de 0,4% em agosto, segundo o Escritório Nacional de Estatísticas (ONS). Na comparação anual a inflação permaneceu em 1,7%.


No Brasil, tempo chuvoso no Sul amanhã.

Previsão de Precipitação Brasil, 24 horas, em milímetros.



Na Argentina, tempo chuvoso em boa parte do país amanhã.

Previsão de Precipitação Argentina, 24 horas, em milímetros.


Nos EUA, tempo estável no Meio-Oeste amanhã.

Previsão de Precipitação EUA, 24 horas, em polegadas.



Prêmios *referente ao dia anterior

Paranaguá

SOJA

COMPRADOR

VENDEDOR

Out

80

91

Nov

82

92

Fev

35

45

Mar

20

30

FARELO DE SOJA

COMPRADOR

VENDEDOR

Out

-30

-20

Nov

-30

-20

Dez

-25

-23

Fev

-23

-21

ÓLEO DE SOJA

COMPRADOR

VENDEDOR

Spot

60

100

Golfo do México – EUA

SOJA

COMPRADOR

VENDEDOR

Out

35

44

Nov

39

46

Dez

38

43

MILHO

COMPRADOR

VENDEDOR

Out

41

47

Nov

43

45

Dez

49

55

Engenheiro da Nasa propõe motor que chegaria a 99% da velocidade da luz

Rafael Rigues, editado por Cesar Schaeffer, Olhar Digital


Propulsor Helicoidal usaria um acelerador de partículas para gerar impulso, e poderia nos levar a Marte em apenas 12 minutos ou à Lua em 1 segundo

Um engenheiro da Nasa propõs um design para um novo tipo de propulsor espacial que, em teoria, poderia chegar a 99% da velocidade da luz. Com isso seria possível ir à Lua em menos de 1 segundo, a Marte em 12 minutos ou à Netuno em 4 horas.

Proposto por David Burns, do Marshall Space Flight Center no Alabama, o Helical Drive (Propulsor Helicoidal), se aproveita do fato de que a massa de um objeto aumenta de acordo com sua velocidade. Simplificando bastante a ideia, imagine um “tubo” longo e fechado, com um objeto dentro que se move constantemente de uma ponta para a outra. Quando o objeto atinge uma das pontas do tubo, gera uma força de aceleração no sentido do movimento. Mas ao atingir o outro lado, o objeto gera uma aceleração igual no sentido contrário. As forças se cancelam, e o tubo permanece parado.

É o postulado pela terceira lei de Newton: “A toda ação há sempre uma reação oposta e de igual intensidade: as ações mútuas de dois corpos um sobre o outro são sempre iguais e dirigidas em sentidos opostos.”

Mas se fosse possível alterar a massa do objeto durante o trajeto de um lado para o outro a força gerada em um dos lados seria maior, gerando movimento em direção a este lado. Na proposta de Burns o objeto seriam íons, e sua massa seria alterada modificando sua aceleração com um acelerador de partículas. De acordo com os cálculos do engenheiro, seria possível atingir uma velocidade máxima de 297 milhões de metros por segundo, 99% da velocidade da luz ( 299.792.458 metros por segundo).

Entretanto, o próprio Burns é o primeiro a afirmar que a ideia é no momento apenas um conceito que ‘não foi analisado por especialistas no assunto’ e que ‘pode conter erros nos cálculos’. O motor também teria de ser grande, com cerca de 200 metros de comprimento e 12 metros de diâmetro.

Além disso, o conceito é extremamente ineficiente: seriam necessários 165 Megawatts de força para gerar um impulso de 1 Newton, equivalente à força necessária para pressionar uma tecla no teclado de seu computador. Mas assim como em uma vela solar ou propulsor iônico, tal força seria acumulada com o tempo, com a velocidade da espaçonave dobrando a cada segundo. A aceleração seria lenta, mas a velocidade final, dado tempo suficiente, seria muito superior a qualquer coisa já construída.

Burns trabalhou na ideia de forma privada e sem qualquer subsídio da Nasa, ou seja, o propulsor helicoidal não é um projeto oficial da agência espacial norte-americana. O cientista sabe que a ideia é controversa, mas afirma: “você tem que estar preparado para ser envergonhado. É muito difícil inventar algo completamente novo e que realmente funciona”.

Fonte: New Scientist

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