Boa tarde, as Bolsa de Chicago e Nova York permanecem fechadas hoje por conta do feriado de Thanksgiving nos EUA. A CBOT terá reabertura no pregão regular de amanhã com fechamento mais cedo, às 15:05 (horário de Brasília).

O relatório de vendas semanais para exportação dos EUA, normalmente divulgado na quinta-feira, será divulgado amanhã.

O plantio de soja 2020/21 no Paraná está na reta final, com 97,49% semeado, segundo a SEAB/Deral. As condições das lavouras tiveram leve melhora durante a última semana, com as lavouras em boas condições passando de 70% para 72%. A floração atinge 6% das lavouras e o enchimento de grãos 1%. A estimativa de produção está em 20,47 milhões de toneladas, contra 20,75 milhões da safra anterior.



O plantio do milho 1a safra 2020/21 no Paraná está praticamente finalizado, com 99,92% semeado, faltando apenas alguns lotes na região de Ivaiporã. As condições das lavouras também tiveram melhora durante a última semana, com as lavouras em boas condições subindo de 71% para 76%. A floração atinge 17% e a frutificação 6% das lavouras.


A colheita do trigo 2019/20 no Paraná atingiu 99,04%, com estimativa de produção de 3,05 milhões de toneladas, um aumento de 43% em relação à safra anterior.


A produção semanal de etanol de milho nos EUA subiu para 990 mil barris diários na semana encerrada no dia 20 de novembro, de 962 mil barris da semana anterior, segundo a Agência de Informação de Energia (EIA). Os estoques subiram de 20,203 milhões para 20,866 milhões de barris, contra 20,277 milhões do mesmo período do ano passado.


O número de mortos em todo o mundo causados pelo novo coronavírus (COVID-19) subiu para 1.426.394 hoje, de 1.413.325 até ontem, com 60.641.673 casos confirmados. Desde ontem são quase 700.000 novos casos confirmados em todo o mundo. O número de recuperados da pneumonia causada pelo vírus chegou a 38.882.736 hoje, de 38.408.247 até ontem.


No Brasil, o número de casos de COVID-19 subiu para 6.166.898 hoje, de 6.121.449 até ontem, segundo o consórcio de veículos de imprensa a partir de dados das secretarias estaduais de Saúde. O número de mortos chegou a 170.799, de 170.179 até ontem. O número de pacientes recuperados somam 5.512.847, de 5.445.095 até ontem.


O dólar opera com leve alta frente a outras moedas. A construção de novas residências nos EUA cresceram 4,9% em outubro ante setembro, para taxa sazonalmente ajustada de 1,545 milhão de unidades, segundo o Departamento de Comércio. Em relação a outubro de 2019 o crescimento foi de 14,2%. As permissões para novas construções ficaram estáveis em outubro ante setembro, em 1,545 milhão de unidades, contra 1,503 milhão de outubro de 2019.


No Brasil a moeda opera com leve baixa em dia de liquidez reduzida. Ontem a moeda recuou 1,01%, a R$ 5,3212. O Banco Central realizou hoje leilão de 12 mil contratos de swap cambial tradicional para rolagem de contratos com vencimento em abril e agosto de 2021. A inflação ao produtor do Brasil medido pelo Índice de Preços ao Produtor (IPP) subiu 3,4% em outubro ante setembro, a maior alta da série histórica, iniciada em janeiro de 2014, segundo o IBGE. O acumulado no ano atingiu 17,29%, contra 13,42% em setembro/2020. O acumulado em 12 meses foi de 19,08%, ante 15,86% em setembro/2020. As quatro maiores variações foram nas atividades de indústrias extrativas (9,71%), metalurgia (4,93%), calçados e produtos de couro (4,64%) e alimentos (4,60%). As maiores influências foram: alimentos (1,17 ponto percentual), indústrias extrativas (0,53 p.p.), outros produtos químicos (0,36 p.p.) e metalurgia (0,31 p.p.).


A saída de dólares do Brasil superou a entrada em US$ 2,176 bilhões na terceira semana de novembro (16 a 20 de novembro), segundo o Banco Central. O canal comercial registrou saída líquida de US$ 1,663 bilhão e o canal financeiro ficou negativo em US$ 513 milhões. Em novembro o fluxo cambial está positivo em US$ 1,161 bilhão.


As bolsas globais operam em baixa em dia de cautela por conta do feriado nos EUA.


Os futuros do petróleo recuam devolvendo parte das altas recentes.


No Brasil, tempo chuvoso no Sul amanhã.

Previsão de Precipitação Brasil, 24 horas, em milímetros.



Na Argentina, tempo predominantemente estável amanhã.

Previsão de Precipitação Argentina, 24 horas, em milímetros.

Prêmios *referente ao dia anterior

Paranaguá

SOJA

COMPRADOR

VENDEDOR

Spot

250

260

Fev

105

115

Mar

65

75

Mai

60

70

FARELO DE SOJA

COMPRADOR

VENDEDOR

Spot

23

24

ÓLEO DE SOJA

COMPRADOR

VENDEDOR

Spot

700

720

Golfo do México – EUA

SOJA

COMPRADOR

VENDEDOR

Dez

71

75

Jan

74

78

Fev

78

83

MILHO

COMPRADOR

VENDEDOR

Dez

71

75

Jan

72

76

Fev

76

81

Coração bioimpresso treina médicos e pode ser transplantado no futuro

Feito de um material elástico que imita o tecido cardíaco, o órgão impresso em 3D possui todas as cavidades, veias e artérias do seu par real

Renato Mota, Olhar Digital


O transplante de órgãos salva a vida de pessoas todos os dias. Infelizmente, porém, o número de doadores ainda é inferior a quantidade de pessoas que precisam de órgãos, e por isso cientistas buscam alternativas para aumentar essa oferta, seja por meio de pesquisas com células-tronco, uso de órgãos de animais, robótica, clonagem e até impressão 3D.

No caso deste último, uma equipe da Carnegie Mellon University, nos Estados Unidos, criou o primeiro modelo de um coração humano bioimpresso em tamanho natural e que imita de forma realista a elasticidade do tecido cardíaco. Por enquanto, o projeto visa ajudar médicos a criar uma réplica de um coração real para preparações pré-cirúrgicas – mas pode servir como base para no futuro substituir órgãos humanos completos.

A técnica foi batizada pelos pesquisadores de “Freeform Reversible Embedding of Suspended Hydrogels” (incorporação reversível de forma livre de hidrogéis suspensos, em inglês), ou “Fresh”, e envolve usar uma agulha para injetar biomaterial em um recipiente com hidrogel macio, que apoia o objeto durante a impressão. Uma vez terminado, basta aquecer o recipiente para fazer com que o hidrogel derreta, deixando apenas o objeto 3D bioimpresso.

O modelo é criado a partir de dados de ressonância magnética, para que possa servir perfeitamente ao paciente. Adam Feinberg, professor de engenharia biomédica da Carnegie Mellon University trabalha no projeto há dois anos, e explica que muitos hospitais possuem máquinas de impressão 3D de para ajudar os cirurgiões a planejar o procedimento real, mas esses tecidos e órgãos só podem ser modelados em plástico rígido ou borracha.

“Agora podemos construir um modelo que não só permite o planejamento visual, mas permite a prática física”, conta Feinberg. “O cirurgião pode manipulá-lo e fazer com que ele realmente responda como um tecido real, de modo que, quando entrarem no local da operação, tenham uma camada adicional de prática realista nesse ambiente”.

O coração bioimpresso é feito de um polímero macio e natural chamado alginato, com propriedades semelhantes às do tecido cardíaco real. Além disso, quando aberto, o coração apresenta as mesmas cavidades que seu par do mundo real. O alginato, que é derivado de algas marinhas, ainda se destaca pelo seu baixo custo de produção.

Os pesquisadores já imprimiram em 3D uma seção separada de uma artéria coronária usando a mesma técnica. A ideia é provar que a cópia seria capaz de transportar sangue, permitindo, no futuro, a criação de um coração com vascularidade interconectada – dessa forma, os cirurgiões poderiam praticar a sutura de artérias com sangue ainda fluindo.

Essas mesmas estruturas macias e biocompatíveis podem um dia fornecer a estrutura na qual as células aderem e formam um sistema orgânico, abrindo portas para seu uso em transplantes de órgãos humanos. “Embora ainda existam grandes obstáculos na bioimpressão de um coração humano funcional em tamanho real, estamos orgulhosos em ajudar a estabelecer sua base de base usando a plataforma Fresh”, afirma Eman Mirdamadi, principal autor do estudo publicado na ACS Biomaterials Science & Engineering que descreve a criação do material.


Células do músculo cardíaco humano já são cultivados em laboratórios, a partir de células-tronco. O desafio, por enquanto, é de produção: atualmente só é possível fazer 100 milhões de células por vez. Para um coração de tamanho normal, você precisaria de 100 bilhões de células. “Mas uma vez que isso seja resolvido, temos essa tecnologia de fabricação pronta para funcionar”, diz Feinberg, que acredita que isso pode acontecer em dez anos.

Via: Wired

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