Boa tarde, a Bolsa de Chicago inicia a semana entre ganhos e perdas com o trigo caindo forte com expectativa de ampla oferta global nesta safra.


Os fundos foram majoritariamente vendedores de soja e milho, e compradores de trigo, óleo de soja e farelo de soja na CBOT na semana encerrada no dia 28 de julho, segundo o relatório de comprometimento de traders (COT). Os fundos reduziram as posições compradas na soja em 13.649 contratos, a 62.161 contratos. No milho os fundos aumentaram as posições vendidas em 5.510 contratos, a 143.280 contratos. No trigo as posições compradas foram elevadas de 474 contratos para 1.699 contratos.


O USDA divulga logo mais o relatório de andamento de safra dos EUA, com expectativa de melhoras nas condições das lavouras de soja e milho durante a última semana.

O USDA reportou hoje a venda de 260.000 toneladas de soja para destinos desconhecidos, sendo 8.000 toneladas durante a temporada 2019/20 e 252.000 toneladas durante a temporada 2020/21.

Os embarques semanais de soja dos EUA foram de 552 mil toneladas na semana encerrada no dia 30 de julho, contra 505 mil da semana anterior e 1,03 milhão do mesmo período do ano passado, segundo o USDA. Na temporada os embarques de soja dos EUA somam 39,37 milhões de toneladas, contra 41,38 milhões do mesmo período da temporada anterior. Os embarques de milho foram de 716 mil toneladas, contra 841 mil da semana anterior e 646 mil do mesmo período de 2019. Na temporada os embarques de milho somam 37,94 milhões de toneladas, contra 44,93 milhões do mesmo período do ano passado.


A balança comercial brasileira registrou superávit de US$ 1,836 bilhão e corrente de comércio de US$ 7,244 bilhões na 4ª semana de Julho de 2020, resultado de exportações no valor de US$ 4,54 bilhões e importações de US$ 2,704 bilhões. No mês, as exportações somam US$ 15,602 bilhões e as importações, US$ 9,175 bilhões, com saldo positivo de US$ 6,426 bilhões e corrente de comércio de US$ 24,777 bilhões. No ano, as exportações totalizam US$ 117,321 bilhões e as importações, US$ 88,572 bilhões, com saldo positivo de US$ 28,749 bilhões e corrente de comércio de US$ 205,893 bilhões.


As exportações brasileiras de soja somam 8,73 milhões de toneladas em julho, até a quarta semana, contra 7,44 milhões de todo o mês de julho de 2019. As exportações de milho somam 2,74 milhões de toneladas, contra 5,93 milhões de julho de 2019.


O número de mortos em todo o mundo causados pelo novo coronavírus (COVID-19) subiu para 690.452 hoje, de 674.038 até sexta-feira, com 18.139.438 casos confirmados. Desde sexta-feira são mais de 800.000 novos casos confirmados em todo o mundo. O número de recuperados da pneumonia causada pelo vírus chegou a 10.751.659 hoje, de 10.179.718 até sexta-feira.


No Brasil, o número de casos de COVID-19 subiu para 2.733.677 hoje, de 2.614.662 até sexta-feira, segundo o consórcio de veículos de imprensa a partir de dados das secretarias estaduais de Saúde. O número de mortos chegou a 94.130, de 91.416 até sexta-feira. O número de pacientes recuperados somam 1.884.051, de 1.824.095 até sexta-feira.


O dólar opera em alta frente a outras moedas. O setor industrial dos EUA medido pelo Instituto de Gestão de Fornecimento (ISM) subiu a 54,2 em julho, de 52,6 em junho, para o nível mais forte desde março de 2019.


No Brasil o dólar opera em alta, acima dos R$5,30. Na sexta-feira a moeda subiu 1,15%, a R$5,2170, acumulando queda de 4,09% no mês de julho. Começa amanhã a reunião de dois dias do Comitê de Política Monetária (Copom), com expectativa de corte residual de 0,25 ponto percentual na meta da Selic, para nova mínima histórica de 2%. O setor industrial do Brasil medido pelo PMI do IHS Markit subiu a 58,2 em julho, de 51,6 em junho, no nível mais alto da história da pesquisa, iniciada em fevereiro de 2006. “Uma expansão recorde da economia manufatureira brasileira em julho ajudou bastante a fechar a brecha considerável que surgiu na produção, quando comparada com os níveis observados antes da intensificação da Covid-19”, afirmou o diretor de Economia do IHS Markit, Paul Smith.


As bolsas globais sobem com dados positivos das indústrias pelo mundo.


Os futuros do petróleo também sobem com otimismo após dados positivos.


O setor industrial da China medido pelo PMI do Caixin/Markit subiu a 52,8 em julho, de 51,2 em junho, para o maior nível desde janeiro de 2011.


O setor industrial da zona do euro medido pelo PMI do IHS Markit subiu a 51,8 em julho, de 47,4 em junho, ficando acima dos 50 pontos pela primeira vez desde janeiro.

No Brasil, tempo predominantemente estável nesta semana.

Previsão de Precipitação Brasil, 7 dias, em milímetros.

Na Argentina, tempo estável nesta semana.

Previsão de Precipitação Argentina, 7 dias, em milímetros.

Nos EUA, tempo predominantemente estável no Meio-Oeste nesta semana.

Previsão de Precipitação EUA, 5 dias, em polegadas.


As temperaturas ficam acima da média para o período.


Após desviar do estado da Flórida, a tempestade tropical Isaias deve se tornar um furacão e atingir as Carolinas na noite de hoje, antes de viajar pela costa leste dos EUA, de acordo com o National Hurricane Center.

Prêmios *referente ao dia anterior

Paranaguá

SOJA

COMPRADOR

VENDEDOR

Ago

150

180

Set

145

155

Out

145

158

Nov

145

155

FARELO DE SOJA

COMPRADOR

VENDEDOR

Spot

11

17

ÓLEO DE SOJA

COMPRADOR

VENDEDOR

Spot

480

680

Golfo do México – EUA

SOJA

COMPRADOR

VENDEDOR

Ago

73

78

Set

75

80

Out

74

79

MILHO

COMPRADOR

VENDEDOR

Ago

57

62

Set

60

65

Out

55

60

Novo padrão da gasolina brasileira passa a valer nesta segunda-feira

Com maior índice de octanagem e melhor rendimento, o combustível no Brasil deve ficar mais parecido com o consumido no mercado externo – e também mais caro

Renato Mota, Olhar Digital


Por determinação da Agência Nacional do Petróleo e Gás Natural (ANP), a partir desta segunda-feira (3), a gasolina vendida no Brasil deverá atender novos padrões internacionais de qualidade.

Segundo a ANP, será dado prazo adicional de 60 dias para as distribuidoras e de 90 dias para os revendedores se adequarem, permitindo o escoamento de possíveis produtos comercializados até o último domingo (2) ainda sem atender integralmente às novas características. Com a mudança, espera-se também um aumento nos preços, embora ainda não se saiba de quanto.

O principal fator que sofrerá mudanças no combustível é a octanagem, isto é, sua capacidade de resistir à queima dentro do motor, e, consequentemente seu rendimento. O índice de octanagem da gasolina comum passará de 87 a 91, o que representa uma redução de 4% a 6% no consumo a cada quilômetro rodado. De acordo com a Petrobras, esse ganho “compensará uma eventual diferença no preço da gasolina”.

Isso poderá ser verificado especialmente em carros mais novos, que, por terem o motor mais potente, não atingiam toda a sua capacidade com a gasolina antiga. Em alguns casos, o combustível chegava a danificar o motor a ponto de gerar prejuízos aos consumidores – com a octanagem mais baixa, os veículos podiam sofrer com a chamada “pré-detonação”. Nesses casos, o combustível não resistia à alta compressão do motor, e a queima acontecia antes da hora, causando o problema conhecido como “batida de pino”.

A mudança busca padronizar o produto comercializado para o consumidor brasileiro. Nos últimos 10 anos, o Brasil aumentou em 10 vezes o número de barris importados, fazendo com que grande parte da gasolina vendida por aqui viesse de fora. Isso gerava uma disparidade na qualidade do combustível, uma vez que havia grandes diferenças entre o produto nacional e o importado.

Além da fixação de limites para a octanagem, a revisão da especificação da gasolina automotiva contempla outros dois pontos: um valor mínimo de massa específica (ME), de 715,0 kg/m3 (que também significa energia e menos consumo) e um valor mínimo para a temperatura de destilação em 50% (T50) para a gasolina A, de 77,0 ºC. Os parâmetros de destilação afetam questões como desempenho do motor, dirigibilidade e aquecimento do motor.

A nova gasolina também será mais difícil de ser adulterada. “Muitos fraudadores de combustível adicionam produtos muito leves à gasolina para ganhar volume, produtos baratos”, explicou à Agência Brasil o especialista em combustíveis da Petrobras, Rogério Gonçalves. Com uma gasolina mais leve, essas fraudes eram mais difíceis de identificar, diferente do que acontece com o combustível mais denso.

O próprio consumidor pode exigir que os testes sejam feitos, na hora de abastecer. “Hoje, há a resolução que diz que o consumidor pode pedir ensaios de qualidade aos postos. Um deles é o de massa específica. Se, por acaso ele pedir, pode ver se está acima de 715 kg/m³”, lembra Alex Rodrigues Medeiros, especialista em regulação da ANP, em entrevista ao Auto Esporte.

Via: ANP/Agência Brasil/Auto Esporte

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