Boa tarde, a Bolsa de Chicago opera entre ganhos e perdas antes do relatório do USDA. O USDA divulga logo mais às 13 horas (horário de Brasília), o relatório de oferta e demanda global agrícola (WASDE), com expectativa de alta nos estoques de soja e recuo nos estoques de milho e trigo dos EUA. Os estoques da nova safra de soja devem subir de 395 milhões para 414 milhões de bushels, enquanto os estoques da nova safra de milho devem cair de 3,323 bilhões para 2,683 bilhões de bushels.


O USDA reportou hoje a venda de 1,365 milhão de toneladas de milho para a China, sendo 765 mil durante a temporada 2019/20 e 600 mil durante a temporada 2020/21. Foram reportadas também a venda de 190 mil toneladas de trigo vermelho duro de primavera 2020/21 e 130 mil toneladas de trigo vermelho de inverno 2020/21 para a China.

O USDA divulgou ontem o relatório de vendas semanais para exportação dos EUA, com números dentro do esperado para a soja e milho. Na semana encerrada no dia 2 de julho, as vendas de soja 2019/20 dos EUA foram de 952 mil toneladas, contra 242 mil da semana anterior e 132 mil do mesmo período do ano passado. Na temporada, as vendas de soja somam 45,99 milhões de toneladas, contra 48,53 milhões do mesmo período da temporada anterior. As vendas 2020/21 foram de 382 mil toneladas, acumulando 7,32 milhões de toneladas na temporada futura.


As vendas de milho 2019/20 dos EUA foram de 599 mil toneladas, contra 361 mil da semana anterior e 505 mil do mesmo período de 2019. Na temporada as vendas de milho dos EUA somam 42,91 milhões de toneladas, contra 50,02 milhões do mesmo período da temporada 2018/19. As vendas da temporada seguinte foram de 409 mil toneladas, acumulando 4,3 milhões de toneladas na temporada.


A Bolsa de Comércio de Rosário reduziu a estimativa de plantio de trigo da Argentina desta safra em 400 mil hectares por conta da falta de chuvas, para 6,6 milhões de hectares. A estimativa de produção, que inicialmente estava entre 21 e 22 milhões de toneladas, agora está entre 18 e 19 milhões de toneladas.


O número de mortos em todo o mundo causados pelo novo coronavírus (COVID-19) subiu para 555.531 hoje, de 550.901 até ontem, com 12.294.117 casos confirmados. Desde ontem são quase 200.000 novos casos confirmados em todo o mundo. O número de recuperados da pneumonia causada pelo vírus chegou a 6.761.933 hoje, de 6.644.632 até ontem.


No Brasil, o número de casos de COVID-19 subiu para 1.759.103 hoje, de 1.716.196 até ontem, segundo o consórcio de veículos de imprensa a partir de dados das secretarias estaduais de Saúde. O número de mortos chegou a 69.254, de 68.055 até ontem. O número de pacientes recuperados somam 1.152.467, de 1.117.922 até ontem.


O dólar opera com leve baixa frente a outras moedas.


No Brasil a moeda opera com leve alta. Ontem a moeda recuou 0,18%, a R$5,3397. A taxa de desemprego caiu de 12,4% para 12,3% na semana encerrada no dia 20 de junho, segundo o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). O número de pessoas desempregadas caiu em 100 mil entre a segunda e a terceira semana de junho, para 11.753 milhões de pessoas. A PNAD COVID19 estimou em 84,0 milhões a população ocupada do país na semana de 14 a 20 de junho, com estabilidade em relação à semana anterior (83,5 milhões de pessoas) e em relação à semana de 3 a 9 de maio (83,9 milhões de pessoas). Entre esses, 8,7 milhões (ou 12,5% dos ocupados) trabalhavam remotamente, contingente que ficou estatisticamente estável em relação à semana anterior (8,5 milhões ou 12,5%) e, também, em relação à semana de 3 a 9 de maio (8,6 milhões ou 13,4%). Cerca de 11,1 milhões (13,3% da população ocupada) estavam afastados do trabalho devido ao distanciamento social. Esse contingente teve redução em relação à semana anterior (12,4 milhões ou 14,8% da população ocupada) e também frente à semana de 3 a 9 de maio (16,6 milhões ou 19,8% dos ocupados).


A inflação oficial do Brasil medida pelo Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA) subiu 0,26% em junho, após recuo de 0,38% em maio, segundo o IBGE. O resultado veio abaixo do esperado pelo mercado, que era de alta de 0,29%. No ano o IPCA acumula alta de 0,10%, e no acumulado dos últimos 12 meses, alta de 2,13%, acima dos 1,88% acumulados nos 12 meses imediatamente anteriores. Dos nove grupos de produtos e serviços pesquisados, sete apresentaram alta em junho. O maior impacto (0,08 ponto percentual) veio de Alimentação e bebidas (0,38%), que acelerou em relação ao resultado de maio (0,24%). A segunda maior contribuição (0,06 p.p.) veio dos Transportes, cujos preços subiram 0,31% após a queda de 1,90% em maio.


As bolsas globais operam majoritariamente em alta nesta sexta-feira.


Os futuros do petróleo também operam em alta.


No Brasil, tempo chuvoso no Sul durante o fim de semana.

Previsão de Precipitação Brasil, 24 horas, em milímetros.



Na Argentina, tempo estável durante o fim de semana.

Previsão de Precipitação Argentina, 24 horas, em milímetros.


Nos EUA, tempo chuvoso no Meio-Oeste durante o fim de semana, porém de baixo volume.

Previsão de Precipitação EUA, 72 horas, em polegadas.


As temperaturas seguem acima da média nos próximos dias.


Prêmios *referente ao dia anterior

Paranaguá

SOJA

COMPRADOR

VENDEDOR

Jul

98

118

Ago

105

115

Set

115

125

Out

115

126

FARELO DE SOJA

COMPRADOR

VENDEDOR

Spot

-1

5

ÓLEO DE SOJA

COMPRADOR

VENDEDOR

Spot

200

350

Golfo do México – EUA

SOJA

COMPRADOR

VENDEDOR

Jul

63

69

Ago

67

73

Set

68

74

MILHO

COMPRADOR

VENDEDOR

Jul

55

59

Ago

56

60

Set

59

64

Startup cria bife vegano impresso em 3D para ‘carnívoros conscientes’

Renato Mota, Olhar Digital


O Alt-Steak foi desenvolvido por uma startup israelense e deve ser comercializado a partir de 2021

Uma empresa israelense criou um bife à base de plantas usando uma impressora 3D. A Redefine Meat anunciou que começaria a testar o Alt-Steak em restaurantes selecionados, antes de apostar em uma distribuição em maior escala.

De acordo com a startup, o produto tem um impacto ambiental 95% menor do que a produção de carne bovina. No processo, são utilizadas impressoras 3D de alimentos em escala industrial, que ao imprimir os materiais à base de plantas criam “bifes sustentáveis, ricos em proteínas e sem colesterol, que parecem, cozinham como e têm gosto de carne bovina”.

Os primeiros Alt-Steaks devem ser servidos a partir de 2021. Com o equipamento e a fómula da empresa, os restaurantes poderão imprimir bifes mais macios ou mais duros, ou mais suculentos com menos gordura, por exemplo. Segundo a Redefine Meat, o mercado mundial de alternativas à carne deve chegar a US$ 140 bilhões anualmente.


https://www.youtube.com/watch?v=JtsyXMuGHBo&feature=emb_logo

O público-alvo do produto são os “carnívoros conscientes” – pessoas que buscam reduzir o consumo de carne em um esforço de sustentabilidade. “Você precisa de uma impressora 3D para conseguir imitar a estrutura do músculo do animal”, explica o CEO da companhia, Eshchar Ben-Shitrit, em entrevista à Reuters. As máquinas da startup poderão imprimir 20kg de carne vegana por hora.

Via: The Jerusalem Post/Reuters

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