Boa tarde, a Bolsa de Chicago segue em baixa nesta sexta-feira após chegar a operar em alta mais cedo recuperando as baixas de ontem.


O número de mortos causados pelo novo coronavírus (COVID-19) subiu para 5.088 hoje, de 4.718 até ontem, com 137.445 casos confirmados em 117 países e territórios. De ontem para hoje são quase 10.000 novos casos confirmados. O número de recuperados da pneumonia causada pelo vírus subiu para 69.779 hoje, de 68.310 até ontem. No Brasil, o número de casos de COVID-19 chegou aos 151 hoje, de 77 até ontem, em 12 estados e Distrito Federal, segundo as secretarias estaduais de Saúde e do Hospital Albert Einstein.


O USDA divulgou ontem o relatório de vendas semanais para exportação dos EUA, com números abaixo do esperado para a soja e acima do esperado para o milho. Na semana encerrada no dia 5 de março, as vendas de soja 2019/20 foram de 303 mil toneladas, contra 345 mil da semana anterior e 1,91 milhão do mesmo período do ano passado. O número ficou abaixo do esperado, que previa pelo menos 400 mil toneladas em vendas. Na temporada, as vendas de soja somam 34,37 milhões de toneladas, contra 41,11 milhões do mesmo período da temporada anterior.


As vendas de milho 2019/20 foram de 1,47 milhão de toneladas, contra 769 mil da semana anterior e 972 mil do mesmo período do ano passado. O número veio acima da expectativa máxima do mercado, que era de vendas de 1,3 milhão de toneladas. Na temporada, as vendas de milho dos EUA somam 28,11 milhões de toneladas, contra 41,5 milhões do mesmo período da temporada anterior.


A colheita de milho 2019/20 na Argentina atingiu 6,7%, em linha com a média dos anos anteriores, dos 6,3 milhões de hectares semeados nesta safra, segundo a Bolsa de Cereales de Buenos Aires. A estimativa de produção segue em 50 milhões de toneladas, contra 50,6 milhões da safra anterior. Na soja, o déficit hídrico continua comprometendo a soja de segunda em grande parte das províncias de Córdoba e Santa Fé. Com isso, a Bolsa de Cereales reduziu a estimativa de produção desta safra em 2,5 milhões de toneladas, para 52 milhões de toneladas.


O dólar opera em alta frente a outras moedas. O Comitê Federal de Mercado Aberto (FOMC) do Federal Reserve se reúne na próxima semana para a decisão de política monetária dos EUA, com expectativa de corte adicional de 0,75 ponto percentual nos juros, para faixa entre 0,25%-0,50%. Os mercados financeiros preveem que o Fed será forçado a reduzir os juros a zero até abril para conter os impactos do coronavírus na economia.


No Brasil o dólar opera próximo à estabilidade após bater nos R$4,64 na mínima do dia. Ontem a moeda fechou com alta de 1,41%, a R$4,7882, após chegar a R$5,0277 na máxima do dia. O Banco Central voltou a atuar no mercado cambial hoje, com a oferta de US$ 2 bilhões por meio de leilões de linha.


As bolsas asiáticas fecharam majoritariamente em baixa hoje acompanhando as baixas das bolsas globais ontem, enquanto o restante das bolsas operam em alta recuperando parte das fortes baixas de ontem.


No Brasil o Ibovespa sobe quase 10% após chegar a subir 15% mais cedo. Ontem o Ibovespa caiu 14,78%, aos 72.582 pontos, para o nível mais baixo desde 28 de junho de 2018. Foi a maior queda diária desde 10 de setembro de 1998, quando a bolsa despencou 15,82%, durante a moratória da Rússia. Foi a 4ª vez na história da bolsa que o circuit breaker foi acionado duas vezes na mesma sessão.


No Brasil, tempo chuvoso em boa parte do país até a próxima semana.

Previsão de Precipitação Brasil, 7 dias, em milímetros.

Na Argentina, tempo chuvoso nas regiões produtoras de soja e milho até a próxima semana.

Previsão de Precipitação Argentina, 7 dias, em milímetros.


Prêmios *referente ao dia anterior

Paranaguá

SOJA

COMPRADOR

VENDEDOR

Abr

50

60

Mai

45

55

Jun

50

59

Jul

45

55

FARELO DE SOJA

COMPRADOR

VENDEDOR

Abr

6

10

Mai

-14

-10

Jun

-19

-14

Jul

-20

-15

ÓLEO DE SOJA

COMPRADOR

VENDEDOR

Spot

150

250

Golfo do México – EUA

SOJA

COMPRADOR

VENDEDOR

Abr

62

65

Mai

64

67

Jun

60

64

MILHO

COMPRADOR

VENDEDOR

Abr

66

70

Mai

63

67

Jun

59

62

Marinha dos EUA cria submarino que pode matar de forma autônoma

Guilherme Preta, editado por Fabiana Rolfini, Engenharia É


Veículo aquático vai usar inteligência artificial e pode ter um protótipo já em 2020

A Marinha dos Estados Unidos está desenvolvendo um submarino autônomo controlado por Inteligência Artificial, que é capaz de matar sem qualquer comando humano. O projeto CLAWS está sendo criado pelo Programa de Ciência e Tecnologia da Marinha e do Corpo de Fuzileiros Navais dos EUA.

Descobertos pela New Scientist, os documentos descrevem o CLAWS como “um sistema autônomo de armas submarinas não tripuladas” para ser instalado em um submarino robótico, como o Orca, da Boeing. O equipamento é composto com 12 torpedos controlados por garras.

O projeto foi revelado em 2018 como uma tentativa de “melhorar a autonomia e a capacidade de sobrevivência de veículo subaquáticos não tripulados grandes e extragrandes”. Porém, estes documentos possuem a primeira menção a presença de armas. Segundo os registros, o CLAW já recebeu US$ 49 milhões, cerca de R$ 230,95 milhões, para sair do papel.

Os Estados Unidos não são os únicos a projetar um submarino autônomo. A China pretende implementar um modelo ainda na primeira metade do ano. O desenvolvimento de armas autônomas letais é uma grande preocupação para alguns, como a Campanha para Parar Robôs Assassinos, que tem apoio inclusive de Elon Musk, da Tesla, e Mustafa Suleyman, da Alphabet. Heiko Maasban, ministro das Relações Exteriores da Alemanha, afirmou que é preciso “proibir armas totalmente autônomas antes que seja tarde demais”.

Via: The Newt Web

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