Boa tarde, a Bolsa de Chicago segue em alta nesta sexta-feira, ainda repercutindo o relatório do USDA de ontem e expectativa sobre trégua comercial entre os EUA e China. O presidente Trump disse que preferia um acordo comercial abrangente com a China, mas não descartava a possibilidade de um pacto provisório, mesmo que ele dissesse que um acordo “fácil” não seria possível. “Prefiro concluir todo o negócio”, disse Trump. “Vejo que muitos analistas estão dizendo um acordo provisório, ou seja, vamos partir de partes dele, as mais fáceis primeiro. Mas não é fácil nem difícil. Há um acordo ou há um acordo. Mas é algo que consideraríamos, eu acho”. A agência oficial de notícias da China, a Xinhua, informou hoje que a Comissão de Tarifas Aduaneiras do Conselho de Estado da China excluirá tarifas adicionais sobre a soja e carne de porco importado dos EUA como gesto conciliatório antes da nova rodada de negociações comerciais. “Espera-se que os EUA cumpram suas palavras e cumpram a promessa de criar condições favoráveis à cooperação nas áreas agrícolas entre os dois países”, completou a agência.


Fundos compradores ontem estimados em: 19.000 contratos de milho; 18.000 contratos de soja; 5.000 contratos de farelo de soja; 5.000 contratos de óleo de soja; 4.000 contratos de trigo.

O USDA reportou ontem a venda de 113.036 toneladas de milho 2019/20 para o México.

O USDA divulgou ontem o primeiro relatório de vendas semanais para exportação 2019/20 e 2020/21 dos EUA, com números acima do esperado para a soja e dentro do esperado para o milho. As vendas de soja 2019/20 foram de 1,172 milhão de toneladas, na semana encerrada no dia 5 de setembro. Um total de 1,934 milhão de toneladas em vendas não embarcadas foram transferidos da safra 2018/19.


As vendas de milho 2019/20 foram de 498 mil toneladas, com 734 mil toneladas em vendas não embarcadas transferidas de 2018/19.


O plantio de milho 2019/20 na Argentina atingiu 2,2% dos 6,2 milhões de hectares projetados para esta safra, 200 mil hectares maior do que a safra anterior, segundo a Bolsa de Cereales de Buenos Aires. Após uma semana com precipitação variável, mas generalizada, a condição do trigo entre normal e excelente aumentou de 85% para 88%, enquanto a condição hídrica entre adequada e ótima aumentou de 80,6% para 84%.


O dólar opera em baixa frente a outras moedas. Expectativa na próxima semana para a reunião do Comitê Federal de Mercado Aberto (FOMC) com a decisão de política monetária dos EUA, com expectativa de corte de 0,25 ponto percentual nos juros, para faixa entre 1,75%-2,00%.


As vendas do varejo dos EUA subiram 0,4% em agosto ante julho, segundo o Departamento de Comércio. O resultado veio acima da expectativa média do mercado, que era de alta de 0,2%. O núcleo de vendas, que exclui automóveis, subiu 0,2%. O dado de julho foi revisado de alta de 0,7% para alta de 0,8%.


No Brasil a moeda opera com leve alta após as baixas recentes. Ontem a moeda caiu 0,13%, a R$4,0602, acompanhando o exterior. Expectativa na próxima terça e quarta-feira para a reunião do Comitê de Política Monetária (Copom), com a decisão de política monetária. O Índice de Atividade Econômica do Banco Central (IBC-Br), considerado uma prévia do PIB oficial, registrou queda de 0,16% em julho ante junho, após alta de 0,3% em junho. Na comparação com julho do ano passado o índice subiu 1,31%, e no acumulado de 12 meses, alta de 1,07%.


As bolsas globais seguem em alta com otimismo comercial.


Os futuros do petróleo seguem em baixa com expectativa de menor crescimento da demanda global para 2020.

A balança comercial da zona do euro registrou superávit comercial de 24,8 bilhões de euros em julho, ante 16,9 bilhões no ano anterior. As exportações do bloco cresceram 6,2% em julho em relação ao ano anterior, e as importações subiram 2,3%.


No Brasil, tempo predominantemente estável até a próxima semana.

Previsão de Precipitação Brasil, 7 dias, em milímetros.



Na Argentina, tempo estável até a próxima semana.

Previsão de Precipitação Argentina, 7 dias, em milímetros.


Nos EUA, tempo predominantemente estável no Meio-Oeste durante o fim de semana.

Previsão de Precipitação EUA, 72 horas, em polegadas.


As temperaturas ficam acima da média para o período.


Após passagem do furacão Dorian, potencial tempestade tropical Nine se forma nas Bahamas, provocando ventos fortes e chuvas torrenciais na região e sudeste dos EUA.

Prêmios *referente ao dia anterior

Paranaguá

SOJA

COMPRADOR

VENDEDOR

Set

105

115

Out

110

121

Nov

115

126

Fev

45

56

FARELO DE SOJA

COMPRADOR

VENDEDOR

Set

-19

-16

Out

-19

-16

Nov

-18

-15

Dez

-18

-15

ÓLEO DE SOJA

COMPRADOR

VENDEDOR

Spot

130

170

Golfo do México – EUA

SOJA

COMPRADOR

VENDEDOR

Set

49

55

Out

41

46

Nov

42

48

MILHO

COMPRADOR

VENDEDOR

Set

51

59

Out

50

57

Nov

53

60

Cientistas encontram vestígios de Grande Adria, continente perdido escondido sob a Europa

BBC News


Há vestígios deste continente perdido em mais de 30 países. Mas só agora um grupo de geólogos conseguiu reconstruir sua história.

Pesquisadores na Europa estudaram por uma década rochas em uma vasta região, da Espanha ao Irã, em busca de pistas desse antigo continente.

E aos poucos, eles conseguiram determinar o que aconteceu com ele.

A massa terrestre já havia sido detectada por ondas sísmicas no passado, mas o estudo de seus vestígios e a reconstrução de sua história é novidade.

Os únicos restos visíveis do continente são calcário e outros tipos de rocha em montanhas da Europa.

Mas a maior parte do continente está “enterrada” no sul da Europa.

“A maioria das cadeias de montanhas que estudamos se originou em um único continente que se separou do norte da África há mais de 200 milhões de anos”, disse Douwe van Hinsbergen, pesquisador e geólogo da Universidade de Utrecht, na Holanda.

Uma parte restante do continente está em uma faixa que vai de Turim, na Itália, até o calcanhar da bota que forma a Itália, passando pelo Mar Adriático.

Essa área é conhecida pelos geólogos como “Adria”, razão pela qual Van Hinsbergen deu o nome de Grande Adria ao continente perdido.

Colisão com a Europa

Grande Adria tem uma história “violenta” e complicada, segundo Van Hinsbergen.

O continente se tornou uma massa separada quando se soltou do supercontinente Gondwana, que compreendia o que hoje é a América do Sul, África, Austrália, Antártica, o subcontinente indiano e a Península Arábica.

Após essa separação, que ocorreu cerca de 240 milhões de anos atrás, o continente, de tamanho semelhante à Groenlândia, começou a se mover para o norte.

Há cerca de 140 milhões de anos, o continente estava, em grande parte, submerso em um mar tropical, onde os sedimentos acumulados se transformaram em rochas.

E entre 100 e 120 milhões de anos atrás, essa grande massa colidiu com o que é atualmente a Europa e sua crosta foi destruída.

Grande parte de Grande Adria acabou deslizando sob a Europa, mas algumas rochas do continente perdido, que foram “raspadas” na colisão, ficaram espalhadas na superfície terrestre.

Embora a colisão tenha ocorrido a velocidades de até 3 ou 4 centímetros por ano, essa pressão foi suficiente para destruir a crosta de 100 km de profundidade e empurrar o restante do continente para grandes profundidades no manto da Terra.

Os cientistas apontam que partes de Grande Adria estão a cerca de 1,5 mil km de profundidade.

Mais de 200 milhões de anos depois, a história de Grande Adria foi reconstruída passo a passo pelos geólogos das universidades de Utrecht e de Oslo e do Instituto de Geofísica ETH, em Zurique (Suíça).

‘Desordem’

Os pesquisadores estudaram a idade das rochas e identificaram a direção dos campos magnéticos contidos neles.

Uma das maiores dificuldades no estudo do continente perdido é que as rochas estão muito espalhadas.

E somente na última década os cientistas tiveram o software necessário para uma reconstrução geológica tão complexa, segundo Van Hinsbergen.

“A região do Mediterrâneo é simplesmente uma desordem, do ponto de vista geológico”, disse o pesquisador. “Tudo está curvado, fraturado e empilhado.”

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