Boa tarde, a Bolsa de Chicago opera mista nesta sexta-feira, com a soja e milho devolvendo parte dos ganhos dos últimos 2 pregões.


O USDA divulgou ontem o relatório de vendas semanais para exportação dos EUA, com números acima do esperado para a soja e dentro do esperado para o milho. Na semana encerrada no dia 7 de agosto, as vendas de soja 2019/20 foram de 570 mil toneladas, acumulando 47,51 milhões de toneladas na temporada, contra 48,59 milhões do mesmo período da temporada anterior. As vendas 2020/21 foram de 2,84 milhões de toneladas, acumulando 17,97 milhões de toneladas na temporada, contra 4,47 milhões do mesmo período do ano passado.


As vendas de milho 2019/20 dos EUA foram de 377 mil toneladas, acumulando 44,56 milhões de toneladas na temporada atual, contra 50,58 milhões do mesmo período de 2019. As vendas 2020/21 foram de 53 mil toneladas, acumulando 10,58 milhões de toneladas na temporada futura, ante 4,38 milhões do mesmo período de 2019.


O plantio do trigo 2020/21 na Argentina atingiu 99,7% dos 6,5 milhões de hectares projetados para esta safra, segundo a Bolsa de Cereales de Buenos Aires. Na semana o avanço foi de 2,4 pontos percentuais. Em relação ao ano passado o plantio está praticamente em linha. No norte do país, as expectativas de produtividade são reduzidas semana a semana devido à seca. Situação semelhante se registra no centro-oeste da região agrícola, à medida que o cultivo avança em seu estágio.


O USDA reportou hoje a venda de 126.000 toneladas de soja 2020/21 para a China, registrando vendas em todos os dias úteis desta semana para o país asiático.

O número de mortos em todo o mundo causados pelo novo coronavírus (COVID-19) subiu para 760.461 hoje, de 750.490 até ontem, com 20.960.424 casos confirmados. Desde ontem são quase 300.000 novos casos confirmados em todo o mundo. O número de recuperados da pneumonia causada pelo vírus chegou a 12.863.984 hoje, de 12.863.984 até ontem.


No Brasil, o número de casos de COVID-19 subiu para 3.230.436 hoje, de 3.171.374 até ontem, segundo o consórcio de veículos de imprensa a partir de dados das secretarias estaduais de Saúde. O número de mortos chegou a 105.615, de 104.342 até ontem. O número de pacientes recuperados somam 2.356.640, de 2.309.477 até ontem.


O dólar opera com leve baixa frente a outras moedas. A produção industrial dos EUA registrou crescimento de 3% em julho ante junho, após crescimento de 5,7% em junho. Na comparação anual a produção teve recuo de 8,18%. As vendas da indústria cresceram 3,4% na base mensal, após crescimento de 7,4% no mês anterior.


As vendas do varejo nos EUA cresceram 1,2% em julho ante junho, após crescimento de 8,4% em junho, segundo o Departamento de Comércio. O crescimento veio menor do que o esperado pelo mercado, que era de 1,9%. Excluindo automóveis, gasolina, materiais de construção e serviços de alimentação, as vendas no varejo cresceram 1,4% em julho, após alta de 6,0% em junho.


No Brasil a moeda opera com leve alta após o recuo de ontem. Ontem a moeda recuou 1,54%, a R$5,3666. Na semana de 19 a 25 de julho, 7,1% da população ocupada (5,8 milhões de pessoas), estava afastada do trabalho devido ao distanciamento social, estatisticamente estável em relação à semana anterior (7,5%) e caiu frente a primeira semana da pesquisa, de 3 a 9 de maio (19,8%), segundo o IBGE. A população desocupada foi estimada em 12,9 milhões de pessoas, estável frente a semana anterior (12,4 milhões), mas superior à da semana de 3 a 9 de maio (9,8 milhões). Com isso, a taxa de desemprego ficou em 13,7% para o período de 19 a 25 de julho, estável em relação à semana anterior (13,1%) e com alta frente a primeira semana de maio (10,5%).


O Índice de Atividade Econômica (IBC-Br) do Banco Central (BC), considerado uma prévia do PIB oficial, subiu 4,89% em julho ante junho, após alta de 1,59% em junho, em dados ajustados. No segundo trimestre o tombo na economia foi de 10,94%, após queda de 1,5% no primeiro trimestre. No ano o IBC-Br recua 6,28%, e em 12 meses até junho, queda de 2,55%.


As bolsas globais operam majoritariamente em alta.

Os futuros do petróleo seguem em baixa com expectativa de menor demanda do que a esperada para este e o próximo ano.


A economia da zona do euro recuou 12,1% no segundo trimestre ante o primeiro, repetindo o resultado do primeiro trimestre, segundo a Eurostat. Na comparação anual o PIB teve recuo de 15% no segundo trimestre. O emprego na zona do euro caiu 2,8% no segundo trimestre ante o primeiro, a maior queda desde que os dados começaram a ser coletados, em 1995.


No Brasil, tempo chuvoso em parte do Centro-Sul até a próxima semana.

Previsão de Precipitação Brasil, 7 dias, em milímetros.


Na Argentina, tempo estável até a próxima semana.

Previsão de Precipitação Argentina, 7 dias, em milímetros.

Nos EUA, tempo chuvoso em boa parte do país durante o fim de semana.

Previsão de Precipitação EUA, 72 horas, em polegadas.



Prêmios *referente ao dia anterior

Paranaguá

SOJA

COMPRADOR

VENDEDOR

Ago

180

215

Set

175

185

Out

170

180

Nov

170

180

FARELO DE SOJA

COMPRADOR

VENDEDOR

Spot

17

22

ÓLEO DE SOJA

COMPRADOR

VENDEDOR

Spot

220

450

Golfo do México – EUA

SOJA

COMPRADOR

VENDEDOR

Ago

77

83

Set

74

79

Out

75

80

MILHO

COMPRADOR

VENDEDOR

Ago

57

62

Set

58

63

Out

52

58

Paleontólogos encontram crocodilos gigantes que comiam dinossauros

Os ‘crocodilos do terror’ tinham dentes do tamanho de bananas e mandíbulas poderosas, capazes de esmagar grandes dinossauros

Vinicius Szafran, editado por Daniel Junqueira, Olhar Digital


Um enorme parente dos crocodilos, com dentes “do tamanho de bananas”, caçava dinossauros durante o período Cretáceo e os dilacerava com suas poderosas mandíbulas, segundo alguns paleontólogos.

Conhecida como Deinosuchus, grego para “crocodilo do terror”, essa linhagem de répteis semiaquáticos com certeza fez jus ao nome. Eles estavam entre os maiores predadores nos hábitats aquáticos da América do Norte, local onde viveram entre 75 e 82 milhões de anos atrás. Com seus corpos de pelo menos dez metros de comprimento, eles eram capazes de subjugar qualquer animal que se aproximasse o bastante – incluindo dinossauros.

Três espécies de crocodilos do terror já haviam sido identificadas pelos paleontólogos. Porém, alguns especialistas acreditavam que as evidências fósseis que definiam as espécies estavam incompletas, argumentando que as três espécies poderiam ser apenas uma, mas espalhada pelo continente. Por isso, os fósseis foram reavaliados recentemente, em um novo estudo publicado no Journal of Vertebrate Paleontology. Os cientistas combinaram as espécies existentes de crocodilos do terror e descreveram uma nova, Deinosuchus schwimmeri.


Além dos dentes enormes, o recém-descrito D. schwimmeri era um “predador bizarro e monstruoso”, segundo Adam Cossette, principal autor do estudo e professor assistente do Instituto de Tecnologia de Nova York de Medicina Osteopática da Universidade Estadual do Arkansas. Cossette e seus colegas descreveram a nova espécie por amostragem de fósseis de toda a América do Norte e pela avaliação de novos fósseis encontrados no oeste do Texas.

“Até agora, o animal completo era desconhecido”, afirmou Cossette em comunicado. O nome da espécie homenageia o paleontólogo David Schwimmer, professor da Columbus State University, na Georgia – repare que não se trata do ator David Schwimmer, que interpretou um paleontólogo do Museu de História Natural de Nova York no seriado “Friends”, são apenas homônimos.

Deinosuchus são crocodilianos – grupo que inclui aligátores modernos, crocodilos e gaviais. Apesar do nome “crocodilo do terror”, a linhagem Deinosuchus era mais próxima dos aligátores, de acordo com os pesquisadores. Eles também descobriram que a espécie D. rugosus foi provavelmente identificada incorretamente. Seus fósseis (muito pouco presentes) provavelmente vieram de outras duas espécies (D. riograndensis e D. schwimmeri), ambas descritas mais tarde, mas com conjuntos fósseis mais completos.

Os autores relatam também que o status de espécie de outro crocodilo do terror, D. hatcheri, também é questionável, baseado em evidências escassas e fragmentos ósseos.


As espécies habitavam lados diferentes do continente. Enquanto o D. schwimmeri vivia na costa leste da América do Norte e no litoral do Atlântico, o D. hatcheri e o D. riograndensis habitavam o oeste. Na época, o continente era dividido ao meio pelo Mar Interior Ocidental, separando as espécies geograficamente.

Independentemente da espécie, “Deinosuchus era um gigante que deve ter aterrorizado os dinossauros que vinham até a beira da água para beber”, comentou Cossette.

Embora eles compartilhem muitas características com seus parentes crocodilianos, algumas peculiaridades os diferenciam. Suas cabeças largas e alongadas terminavam em um focinho bulboso, uma característica única neste grupo de répteis. No final do focinho, existem duas grandes aberturas, também exclusivas do Deinosuchus, segundo o estudo.

Ainda não se sabe a função das peculiaridades no focinho do animal, mas os pesquisadores acreditam que possam estar ligadas à termorregulação, ajudando-os a abaixar a temperatura de seus corpos.

Via: Live Science

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