Bom dia, a Bolsa de Chicago opera em alta nos principais ativos após forte queda no dia de ontem, acompanhando o movimento de outras commodities.

Fundos vendedores ontem estimados em: 13.000 contratos de milho; 12.500 contratos de soja; 6.000 contratos de farelo de soja; 3.500 contratos de óleo de soja; 2.500 contratos de trigo.

A soja corrige as quedas recentes e segura no fundo anterior, região de suporte. Ontem as cotações da soja fecharam nos menores patamares desde março de 2016.

Os EUA suspenderam todas as importações de carne bovina in natura do Brasil ontem, segundo o USDA. A medida veio após os EUA rejeitarem 11% dos produtos de carne in natura do Brasil, bem acima dos 1% do restante do mundo. De janeiro a maio, as exportações de carne bovina in natura do Brasil aos EUA somaram 4,68 mil toneladas. De acordo com o comunicado, a suspensão vai continuar até que o Ministério da Agricultura do Brasil tome medidas corretivas, as quais o USDA considere satisfatórias.

A colheita de soja na Argentina está praticamente finalizada, com 97,5% colhido, contra 95% de 2016. A produtividade média está em 3,2 toneladas por hectare, com produção estimada em 57,5 milhões de toneladas, contra 57 milhões da estimativa do USDA.

A colheita do milho na Argentina atingiu 48,6%, contra 45% de 2016. A produtividade média está em 8,58 toneladas por hectare, com produção estimada em 39 milhões de toneladas.

O plantio de trigo na Argentina atingiu 52,9%, contra 36,6% da semana anterior e 45,9% de 2016.

O Paraguai aprovou ontem taxa de 10% sobre as exportações de soja do país. A proposta inicial previa taxa de 15%, incluindo também o milho e o trigo. O USDA estima produção de 10,3 milhões de toneladas de soja na safra 2016/17, com exportação de 6,3 milhões, e para a safra 2017/18, produção de 9,4 milhões e 5,5 milhões em exportação.

O dólar opera em baixa frente a outras moedas. No dia de hoje, dados de vendas de novas moradias nos EUA e discursos de dirigentes do Federal Reserve de St. Louis e Cleveland.

No Brasil, a moeda abriu com leve alta e agora vale R$3,3340, -0,16% (10h20). O Banco Central segue com a rolagem dos contratos de swap cambial com vencimento em julho, com a oferta de até 8.200 contratos no dia de hoje. Após o Relatório Trimestral de Inflação de ontem, o presidente do BC, Ilan Goldfajn, disse em entrevista que a espinha dorsal do ciclo inflacionário do Brasil foi quebrada nos últimos 12 meses, com possível corte de 1 ponto percentual na Selic na próxima reunião, atualmente em 10,25% ao ano. O ministro do STF, Luiz Edson Fachin, enviou ontem a investigação sobre o presidente Michel Temer ao procurador-geral da República, Rodrigo Janot. Agora Janot tem 5 dias para decidir se apresenta denúncia contra Temer ou arquiva o caso.

A inflação do Brasil medida pelo IPCA-15 subiu 0,16% em junho, acumulando alta de 3,52% em 12 meses, a menor taxa em 10 anos, segundo o IBGE.

As bolsas asiáticas fecharam majoritariamente em alta nesta sexta-feira. O restante das bolsas mundiais operam com leves perdas.

Os futuros do petróleo WTI operam em alta após cair sem fortes correções desde os US$52, segurando no suporte dos US$43. Expectativa de uma correção mais forte caso os dados estoques dos EUA venham dentro do esperado.

O índice de gerentes de compras (PMI) composto da zona do euro recuou de 56,8 em maio para 55,7 na preliminar de junho, segundo o IHS/Markit. Os analistas previam queda menor, para 56,6. O PMI industrial passou de 57,0 em maio para 57,3 em junho, na máxima em 74 meses, e o PMI de serviços, recuou de 56,3 em maio para 54,7 em junho.


CLIMA

 

No Brasil, tempo predominantemente seco nos próximos 7 dias.

Previsão de Precipitação Brasil, 7 dias, em milímetros.

Previsão de Desvio de Precipitação Brasil, 7 dias, em milímetros.

Na Argentina, chuvas na província de Buenos Aires nos próximos dias.

Previsão de Precipitação Argentina, 7 dias, em milímetros.

Previsão de Desvio de Precipitação Argentina, 7 dias, em milímetros.

Precipitação Observada Argentina, 24 horas, em milímetros.

Nos EUA, chuvas em todo o Sul e Leste durante o fim de semana.

Previsão de precipitação EUA, 72 horas, em polegadas.

As temperaturas ficam abaixo da média em toda a porção leste.

Probabilidade de temperaturas EUA, 6-10 dias.

Precipitação Observada EUA, 24 horas, em milímetros.

Precipitação Observada EUA, 7 dias, em milímetros.

Mapa de monitoramento da seca nos EUA mostra piora nas condições de umidade nas Dakotas e pontos do Nebraska e Iowa na última semana.


PRÊMIOS

 


MATÉRIA DO DIA

 

O encontro da água doce com a água salgada pode gerar quase metade da demanda de energia no mundo
Por Any Karolyne Galdino, Engenharia É


Fonte da imagem: Stephengg via Flickr

Um novo sistema pode aproveitar a energia de quando a água doce e a água salgada se encontram nas regiões costeiras.

Os cientistas estão constantemente desenvolvendo tecnologias renováveis ​​que continuam a impulsionar o futuro. Embora os tipos mais comuns de produção de energia renovável sejam as do tipo solares, eólicos, hídricos ou de marés, há também outro método menos conhecido. Nos corpos d’água com diferentes concentrações de sal, existe uma fonte de energia praticamente inexplorada.

Quando dois corpos de água se encontram com dois níveis diferentes de salinidade (isto é, água salgada e água doce), as forças da natureza tentam igualar a concentração de sal. Os íons de sal fluirão da área de alta concentração para áreas de menor concentração à medida que a água se mistura continuamente. Eventualmente, o gradiente iguala e a concentração permanece idêntica.

Em todo o mundo, existem muitas regiões costeiras onde a água doce flui para o mar. De acordo com Penn State University, “Essa diferença na concentração de sal tem potencial para gerar energia suficiente para atender até 40% das demandas mundiais de eletricidade”.

Essa é uma das fontes mais proeminentes de energia inexplorada no mundo e há potencial de gerar quase metade da demanda de energia no mundo.


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