Boa tarde, a Bolsa de Chicago opera em alta nos principais ativos após a forte correção de ontem. O mercado também começa a se posicionar frente o relatório de estoques trimestrais dos EUA, que será divulgado na quarta-feira (30).

A colheita do milho 2a safra 2019/20 no Paraná está praticamente finalizada, com 98,14% colhido, segundo a SEAB/Deral. Com produtividade média de 5,11 toneladas por hectare, a estimativa de produção é de 11,66 milhões de toneladas, uma redução de 12% em relação à safra 2018/19.

A colheita do trigo 2019/20 no Paraná atingiu 43,84%, praticamente em linha com a média dos últimos anos. A maturação atinge 57% das lavouras. Do total a ser colhido, 61% das lavouras se encontram em boas condições, 31% em condições médias e 9% em condições ruins.


O plantio de soja 2020/21 no Paraná atingiu 0,26%, com alguns lotes semeados em Francisco Beltrão e Pato Branco. Os agricultores ainda aguardam a chegada das chuvas para darem início aos trabalhos no campo nas outras regiões do estado. Nesta safra a área de soja deve ter crescimento de 1%, para 5,54 milhões de hectares, com a produção estimada em 20,45 milhões de toneladas, contra 20,68 milhões da safra anterior. O plantio do milho 1a safra 2020/21 atingiu 33,55%, levemente atrasado em relação aos anos anteriores. Nesta safra o estado deve cultivar 360,4 mil hectares, com produção estimada em 3,46 milhões de toneladas.

O plantio de milho 2020/21 na Argentina atingiu 11% dos 6,3 milhões de hectares projetados para esta safra, segundo a Bolsa de Cereales de Buenos Aires. Os maiores avanços concentram-se no centro da área agrícola nacional, principalmente em setores que apresentam umidade superficial adequada. Em direção às províncias de Córdoba e San Luis as obras estão atrasadas devido à falta de chuvas registrada nas últimas semanas.

O número de mortos em todo o mundo causados pelo novo coronavírus (COVID-19) subiu para 984.278 hoje, de 977.624 até ontem, com 32.308.999 casos confirmados. Desde ontem são quase 400.000 novos casos confirmados em todo o mundo. O número de recuperados da pneumonia causada pelo vírus chegou a 22.273.789 hoje, de 22.013.874 até ontem.

No Brasil, o número de casos de COVID-19 subiu para 4.659.909 hoje, de 4.627.780 até ontem, segundo o consórcio de veículos de imprensa a partir de dados das secretarias estaduais de Saúde. O número de mortos chegou a 139.883, de 139.065 até ontem. O número de pacientes recuperados somam 4.023.789, de 3.992.886 até ontem.

O dólar segue em alta frente a outras moedas por conta do avanço nos casos de coronavírus pelo mundo. Os pedidos de bens duráveis nos EUA cresceram 0,4% em agosto ante julho, para US$232,8 bilhões, segundo o Departamento de Comércio. Foi o quarto aumento consecutivo, após alta de 11,7% em julho. Excluindo o transporte, os novos pedidos aumentaram 0,4%. Excluindo a defesa, os novos pedidos aumentaram 0,7%. Maquinário, também com alta de quatro meses consecutivos, liderou o aumento, US$ 0,5 bilhão ou 1,5%, para US$ 31,2 bilhões.

No Brasil a moeda sobe acompanhando o exterior e se aproxima dos R$5,60. Ontem a moeda recuou 1,38%, a R$5,5095. A taxa de desemprego no Brasil caiu para 13,7% no período de 30 de agosto a 05 de setembro, estatisticamente estável em relação à semana anterior (14,3%) e cresceu frente à primeira semana de maio (10,5%), segundo o IBGE. A população desocupada (13,0 milhões de pessoas) ficou estável frente à semana anterior (13,7 milhões de pessoas) e cresceu em relação à semana de 3 a 9 de maio (9,8 milhões). Cerca de 3,4 milhões (ou 4,2% da população ocupada) estavam afastados do trabalho devido ao distanciamento social. Esse contingente ficou estatisticamente estável frente à semana anterior (3,6 milhões ou 4,4%), mas caiu frente à semana de 3 a 9 de maio (16,6 milhões ou 19,8% dos ocupados).

As bolsas globais operam majoritariamente em baixa com o mercado cauteloso diante de temores sobre novo lockdown pelo mundo.

Os futuros do petróleo também recuam por conta das incertezas quanto ao coronavírus.

No Brasil, tempo predominantemente estável nas regiões produtoras de soja e milho até a próxima semana.

Previsão de Precipitação Brasil, 7 dias, em milímetros.

Na Argentina, tempo chuvoso em boa parte do país até a próxima semana.

Previsão de Precipitação Argentina, 7 dias, em milímetros.

Nos EUA, tempo chuvoso no Meio-Oeste durante o fim de semana.

Previsão de Precipitação EUA, 72 horas, em polegadas.

Prêmios *referente ao dia anterior

Paranaguá

SOJA

COMPRADOR

VENDEDOR

Out

175

185

Nov

180

190

Mar

65

75

Abr

65

75

FARELO DE SOJA

COMPRADOR

VENDEDOR

Spot

20

23

ÓLEO DE SOJA

COMPRADOR

VENDEDOR

Spot

650

670

Golfo do México – EUA

SOJA

COMPRADOR

VENDEDOR

Out

72

79

Nov

81

85

Dez

81

86

MILHO

COMPRADOR

VENDEDOR

Out

66

70

Nov

67

71

Dez

68

73

Vida na Terra pode ter ido até Vênus ‘de carona’ em asteroide

Segundo pesquisadores de Harvard, pelo menos 600 mil asteroides passaram razoavelmente ilesos pela nossa atmosfera e depois caíram em Vênus – e um número quase igual fez o caminho inverso

Renato Mota, Olhar Digital

A descoberta de fosfina, uma substância que na Terra é produzida pela atividade de bactérias anaeróbicas, na atmosfera de Vênus colocou o planeta entre os candidatos a abrigar vida alienígena. Nada foi confirmado ainda, mas parte da comunidade científica já se questiona se a vida venusiana (se existir) como poderia estar relacionada à vida terrestre?

Com base na taxa conhecida de impactos de meteoroides no nosso planeta, os pesquisadores Amir Siraj e Avi Loeb, da Universidade de Harvard (EUA) sugerem que micróbios terrestres que viviam na atmosfera podem ter pegado carona em um asteroide até o planeta vizinho. O estudo foi publicado na plataforma Arxiv.org e ainda vai passar pela revisão de pares acadêmicos.

“Pelo menos 600 mil asteroides passaram na atmosfera da Terra sem serem significativamente aquecidos e posteriormente impactaram Vênus, e um número semelhante passou na atmosfera de Vênus e posteriormente impactou a Terra – ambos dentro um período de aproximadamente 100 mil anos – durante o qual os micróbios poderiam sobreviver no espaço”, explicam os pesquisadores.

Não se sabe ao certo o quanto de vida há na alta atmosfera da Terra, mas Siraj e Loeb acreditam que esses “semeadores” de planetas poderiam ter sido potencialmente capazes de transferir vida microbiana entre o nosso planeta e Vênus. “Como resultado, a origem da possível vida venusiana pode ser fundamentalmente indistinguível daquela da vida terrestre”, afirmam no estudo.

Há uma chance de que reações químicas que nada têm a ver com a vida podem estar gerando essa a fosfina em Vênus. Mas também é possível que o gás esteja sendo expelido por micróbios que pairam nas nuvens de ácido sulfúrico do planeta. Ao mesmo tempo, muitas espécies de micróbios são incrivelmente resistentes, e facilmente sobreviveriam à essa jornada interplanetária, dizem os astrobiólogos.

Hipóteses semelhantes conectam a vida na Terra com rochas vindas de Marte – levando alguns pesquisadores a especular que seres unicelulares daqui possam ter vindo do Planeta Vermelho. E da mesma forma, até agora, nada foi comprovado.

Os responsáveis pelo novo estudo se inspiraram em episódio que ocorreu em julho de 2017. Um meteoro de 30 centímetros e 60 kg iluminou os céus da Austrália por 90 segundos e, em seguida, retomou sua jornada pelo espaço. Siraj e Loeb estimam que ele tenha coletado cerca de 10 mil colônias microbianas durante seu tempo no céu.

“O número total de objetos [potencialmente portadores de vida] capturados por sistemas exoplanetários ao longo da vida do Sistema Solar está entre dez milhões e um bilhão, com o número total de objetos com a possibilidade de micróbios vivos neles no momento de captura estimada em 10 a mil”, escreveram Siraj e Loeb em outro estudo, publicado em abril na revista Life.

Com a descoberta da fosfina em Vênus, a dupla voltou aos cálculos, mas dessa vez levando em conta só os meteoroides que viajaram entre a Terra e seu vizinho mais próximo. Ao longo dos últimos 3,7 bilhões de anos (período em que o cinturão de asteroides esteve estável), pelo menos 600 mil rochas que mergulharam na atmosfera superior da Terra provavelmente atingiram Vênus depois de passar menos de 100 mil anos no espaço. E outros 600 mil fizeram o caminho oposto.

Siraj e Loeb deixam claro que sua pesquisa não é definitiva. O objetivo do artigo é estimular uma investigação mais aprofundada dessa possibilidade. “É hora de começar a pensar um pouco mais cuidadosamente sobre o que esses canais podem realmente significar para a troca de vida, porque esses planetas estão tão próximos e muitas rochas podem ser trocadas”, disse Siraj ao Space.com.

Via: Space.com

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