Bom dia, a Bolsa de Chicago opera em alta nos principais ativos, recuperando parte das baixas de ontem.

Fundos vendedores ontem estimados em: 21.500 contratos de milho; 7.000 contratos de soja; 5.500 contratos de trigo; 3.000 contratos de farelo de soja; 2.000 contratos de óleo de soja.

As exportações de soja do Mato Grosso pelo Arco Norte representaram 40% dos 11,46 milhões de toneladas escoados nesta safra, principalmente pelo porto de Barcarena PA, segundo o IMEA, com dados do SECEX.

A comercialização de soja 2016/17 no MT foi de 2,86 milhões de toneladas em maio, totalizando 78,16% da safra, segundo o IMEA. Na safra 2017/18 foram comercializadas 800 mil toneladas em maio, acumulando 4,27% vendidos. A comercialização da safra de milho 2016/17 avançou 13,8 pontos percentuais em maio, para 60,54% da safra comercializada.

O plantio de soja nos EUA avançou para 92%, contra 91% do ano passado e 87% da média dos últimos 5 anos, segundo o USDA. A emergência atingiu 77%, em linha com o ano anterior e ante 73% da média. O USDA divulgou o primeiro levantamento nacional de condições das lavouras, com 66% bom/excelente. As piores condições foram observadas na Dakota do Sul, Dakota do Norte, Indiana e Ohio, com 43% b/e, 56%, 51% e 57%, respectivamente.

O plantio de milho nos EUA deu-se por finalizado. A emergência atingiu 94%, contra 95% do ano passado e 94% da média. As condições das lavouras tiveram piora de 1 ponto percentual de bom/excelente, para 67% b/e. A falta de chuvas agravou as condições das lavouras de milho nas Dakotas, principalmente na do Sul, que perdeu 17 pontos de b/e, para 45% b/e. A Dakota do Norte perdeu 9 p.p de b/e, para 58% b/e.

O USDA divulgou ontem o relatório de embarques semanais de grãos dos EUA. Os embarques de soja na semana encerrada no dia 6 foram de 508,2 mil toneladas, contra 286,9 mil da semana anterior e 149,3 mil do mesmo período do ano passado. Na temporada, os embarques de soja somam 51,61 milhões de toneladas, contra 43,82 milhões do mesmo período do ano passado. Os embarques de milho foram de 1,045 milhão de toneladas, contra 1,177 milhão da semana anterior e 1,71 milhão do ano passado. Na temporada, os embarques de milho somam 45,38 milhões de toneladas, contra 31,18 milhões de 2016.

O dólar opera em baixa frente a outras moedas. Hoje inicia a reunião de dois dias do FOMC para a decisão da taxa de juros dos EUA. O mercado já precifica a alta de 0,25 ponto percentual, para taxa entre 1%-1,25%. Hoje saíram dados de inflação ao produtor dos EUA. O índice de preços ao produtor (PPI) ficou estável em maio ante abril, segundo o Departamento de Trabalho. O resultado ficou abaixo do esperado. O núcleo do PPI, que exclui itens voláteis como alimentos e energia, avançou 0,3% na comparação mensal.

No Brasil, a moeda abriu com leve baixa e agora vale R$3,3228, +0,16% (10h15). O Banco Central volta com a rolagem de swaps cambiais com vencimento em julho, com a oferta de até 8,2 mil contratos no dia de hoje, equivalente à US$400 milhões. O cenário político segue no radar dos investidores. Ontem o PSDB decidiu manter-se na base de apoio ao governo Michel Temer. Hoje no Senado, o relatório da reforma trabalhista deve ser lido na Comissão de Assuntos Sociais (CAS).

As vendas do comércio varejista do Brasil teve alta de 1% em abril após queda de 1,2% em março, segundo o IBGE. A expectativa dos analistas estava em uma queda de 0,6%. As vendas acumulam queda de 1,6% em 2017 e queda de 4,6% em 12 meses. Na comparação anual, as vendas subiram 1,9%.

As bolsas asiáticas fecharam majoritariamente em alta hoje. O restante das bolsas mundiais operam em alta. No Brasil, o Ibovespa futuros abriu com leve alta e agora opera nos 61.800 pontos, +0,20% (10h10).

Os futuros do petróleo operam com leve alta. Ontem a Organização dos Países Exportadores de Petróleo (OPEP) informou que a produção do grupo aumentou 336 mil barris por dia em maio, para 32,14 milhões de barris diários. Hoje saem dados de estoques dos EUA divulgado pelo Instituto Americano de Petróleo (API).

A inflação ao consumidor do Reino Unido medido pelo CPI avançou 0,3% em maio, segundo o Escritório Nacional de Estatísticas. O IPC anual passou de 2,7% para 2,9% em maio, o maior nível em 4 anos.


CLIMA

 

No Brasil, tempo chuvoso hoje entre o PR, MS e SP.

Previsão de Precipitação Brasil, 24 horas, em milímetros.

Na Argentina, tempo seco e frio nesta semana.

Previsão de Precipitação Argentina, 24 horas, em milímetros.

Precipitação Observada Argentina, 24 horas, em milímetros.

Nos EUA, chuva de grande volume entre a Dakota do Norte e Minnesota.

Previsão de precipitação EUA, 24 horas, em polegadas.

Precipitação Observada EUA, 24 horas, em milímetros.

Precipitação Observada EUA, 7 dias, em milímetros.


PRÊMIOS

 


MATÉRIA DO DIA

 

NASA já está testando motor que vai levar o homem a Marte
Por Any Karolyne Galdino, Engenharia É

Imagem: divulgação

A NASA testou seu primeiro controlador de voo antes da instalação em um dos motores EM-1, e, uma vez que eles revisarem os novos dados, o segundo controlador será instalado. O teste foi conduzido no Stand A-1 do Centro Espacial Stennis da NASA, em Mississippi e durou mais de oito minutos.

De acordo com a agência espacial, os controladores de voo são cruciais para o voo inaugural do foguete SLS, e são uma “modificação chave” para os motores. “O componente é frequentemente citado como o ‘cérebro’ RS-25 que permite a comunicação entre o motor e o foguete”, de acordo com a NASA.

“Antes do voo, as especificações de desempenho do motor, como a porcentagem de empuxo necessária, são programadas no controlador”. “O controlador comunica as especificações e garante que elas estejam sendo atendidas monitorando e controlando fatores como a proporção da mistura propulsora e o nível de empuxo”.

No início deste ano, a NASA lançou imagens de 360 ​​graus do momento em que um motor de foguete está em funcionamento. Os engenheiros estão conduzindo uma série contínua de testes sobre os motores RS-25 este ano, antes de seu uso no SLS (Space Launch System). Para o veículo SLS, os motores irão disparar a 109% impulso nível e fornecer um combinado dois milhões de libras de empuxo.

A NASA está trabalhando para garantir que os motores possam funcionar nesses níveis mais altos sob uma variedade de condições.

A equipe de funcionários superior da NASA foi dada instruções cedo este ano para avaliar a possibilidade de emitir seres humanos ao espaço com o primeiro voo do foguete do sistema do lançamento do espaço e da nave espacial de Orion. Enquanto o estudo considerou “tecnicamente viável colocar tripulação em EM-1”, a agência decidiu avançar com seus planos de linha de base para a missão. Além disso, a NASA confirmou que a missão EM-1 será adiada para 2019, após vários desafios, incluindo financiamento e programação.

Os pesquisadores analisaram as alternativas para a EM-1, incluindo o escudo térmico da embarcação, bem como aqueles planejados para EM-2 que precisariam ser acelerados, como o sistema de suporte de vida e o software de bordo.


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