Boa tarde, a Bolsa de Chicago opera entre ganhos e perdas com o mercado acompanhando a evolução das lavouras nos EUA e monitorando o clima para os próximos dias. A possível segunda onde de infecções por coronavírus no mundo também segue no radar dos investidores.


O Porto de Paranaguá voltou a registrar movimentação recorde de 5,7 milhões de toneladas em maio, volume 44% maior em relação ao mesmo período do ano passado. As exportações somaram 4 milhões de toneladas, representando 70% da movimentação de maio. As exportações de soja e farelo somaram 2,7 milhões de toneladas.

A balança comercial brasileira registrou superávit de US$ 1,599 bilhão e corrente de comércio de US$ 6,309 bilhões na 2ª semana de Junho de 2020, resultado de exportações no valor de US$ 3,954 bilhões e importações de US$ 2,355 bilhões. No mês, as exportações somam US$ 8,094 bilhões e as importações, US$ 4,774 bilhões, com saldo positivo de US$ 3,32 bilhões e corrente de comércio de US$ 12,868 bilhões. No ano, as exportações totalizam US$ 92,611 bilhões e as importações, US$ 73,72 bilhões, com saldo positivo de US$ 18,891 bilhões e corrente de comércio de US$ 166,332 bilhões.


As exportações brasileiras de soja somam 6,32 milhões de toneladas em junho, até a segunda semana, contra 8,55 milhões de todo o mês de junho de 2019, segundo o Ministério da Economia. Já as exportações de milho somam apenas 40 mil toneladas, contra 1,2 milhão de toneladas do ano anterior.


O plantio de soja 2020/21 nos EUA atingiu 93% até domingo, contra 86% da semana anterior, 72% do mesmo período de 2019 e 88% da média dos últimos 5 anos, segundo o USDA. A emergência atingiu 81%, contra 75% da média. As condições das lavouras ficaram estáveis durante a última semana, com 72% as lavouras em condições boas/excelentes.

O plantio de milho 2020/21 nos EUA está finalizado. A emergência atinge 95% das lavouras, contra 74% do mesmo período de 2019 e 92% da média dos últimos 5 anos. As condições das lavouras tiveram piora de 4 pontos percentuais durante a última semana, ficando com 71% em condições boas/excelentes, contra 59% do mesmo perído do ano passado.


O número de mortos causados pelo novo coronavírus (COVID-19) subiu para 437.604 hoje, de 434.181 até ontem, com 8.065.966 casos confirmados em 188 países e territórios. Desde ontem são mais de 115.000 novos casos confirmados em todo o mundo. O número de recuperados da pneumonia causada pelo vírus chegou a 3.898.799 hoje, de 3.799.143 até ontem.


No Brasil, o número de casos de COVID-19 subiu para 891.896 hoje, de 873.963 até ontem, segundo o consórcio de veículos de imprensa a partir de dados das secretarias estaduais de Saúde. O número de mortos chegou a 44.148, de 43.485 até ontem. O número de pacientes recuperados somam 453.568, de 437.512 até ontem.


O dólar opera em alta frente a outras moedas. As vendas do varejo nos EUA tiveram alta de 17,7% em maio ante abril, após recuo de 14,7% em abril (revisado de -14,6%), a US$485,5 bilhões. Em relação a maio de 2019 o recuo foi de 6,1%.


A produção industrial dos EUA subiu 1,4% em maio ante abril, após recuo de 12,5% em abril, segundo o Federal Reserve. O resultado ficou abaixo do esperado pelo mercado, que era de alta de 3%. A utilização da capacidade instalada subiu de 64% em abril para 64,8% em maio, também abaixo dos 66,9% esperados.


No Brasil o dólar opera próximo à estabilidade após trabalhar a parte da manhã em baixa. Ontem a moeda subiu 2%, a R$5,1421. A inflação medida pelo Índice Geral de Preços-10 (IGP-10) subiu 1,55% em junho, após alta de 0,07% maio, com a alta no atacado dando forte impulso, segundo a Fundação Getulio Vargas (FGV). Dentre os subíndices que compõe o IGP-10, o Índice de Preços ao Produtor Amplo (IPA) subiu 2,35%, o Índice de Preços ao Consumidor (IPC-10) caiu 0,33% e o Índice Nacional de Custo da Construção-10 (INCC-10) subiu 0,21% no período. As vendas do varejo no Brasil tiveram recuo de 16,8% em abril ante março, na série com ajuste sazonal, queda mais acentuada da série histórica iniciada em janeiro de 2000, refletindo os efeitos do isolamento social, segundo o IBGE. A média móvel trimestral foi de – 6,1% no trimestre encerrado em abril. Na série sem ajuste sazonal, em relação a abril de 2019, o comércio varejista caiu 16,8%. Já o acumulado nos últimos 12 meses foi de alta de 0,7%.


As bolsas globais sobem recuperando parte das perdas de ontem.


Os futuros do petróleo sobem com expectativa de maior demanda neste ano. A Agência Internacional de Energia (IEA) elevou a estimativa de demanda global neste ano para 91,7 milhões de barris por dia (bpd), um aumento de 500 mil barris diários em relação à projeção de maio. A agência informou também que a oferta de petróleo em maio caiu em quase 12 milhões de bpd, com a Organização dos Países Exportadores de Petróleo (Opep) e aliados reduzindo a produção em 9,4 milhões de bpd.


No Brasil, tempo chuvoso no RS amanhã.

Previsão de Precipitação Brasil, 24 horas, em milímetros.



Na Argentina, tempo chuvoso na porção leste do país nesta semana.

Previsão de Precipitação Argentina, 7 dias, em milímetros.

Nos EUA, tempo chuvoso em parte do Meio-Oeste amanhã.

Previsão de Precipitação EUA, 24 horas, em polegadas.



Prêmios *referente ao dia anterior

Paranaguá

SOJA

COMPRADOR

VENDEDOR

Jun

115

148

Jul

115

135

Ago

120

130

Set

120

131

FARELO DE SOJA

COMPRADOR

VENDEDOR

Spot

2

7

ÓLEO DE SOJA

COMPRADOR

VENDEDOR

Spot

170

280

Golfo do México – EUA

SOJA

COMPRADOR

VENDEDOR

Jun

62

67

Jul

65

70

Ago

67

71

MILHO

COMPRADOR

VENDEDOR

Jun

51

57

Jul

54

59

Ago

50

54

Árvores têm potencial para serem geradoras de eletricidade para nossas cidades

Por Ademilson Ramos, Engenharia É


Já pensou se as árvores pudessem gerar eletricidade? Nós não precisaríamos mais de combustíveis fósseis, de usinas hidrelétricas ou até mesmo as nucleares. Este pensamento que mais parece utopia tem condições técnicas de se tornar realidade.

Pesquisadores têm trabalhado nessas árvores especiais a partir de experimentos que envolvem o efeito triboelétrico na folhagem das plantas. O fenômeno acontece quando certos materiais são atritados e depois são separados, gerando assim a eletricidade.

Folhas, que são positivamente carregadas, produzem pequenas quantidades de eletricidade quando entram em contato com o tronco da árvore ou com qualquer outro material negativamente carregado. A equipe de pesquisadores pretende captar esta capacidade energética em uma micro rede biológica.

Para transformar árvores em geradores com uma eficiência de eletricidade, os pesquisadores usaram técnicas de biologia sintética, também conhecido como engenharia genética, em uma árvore olmo. Eles interferiram na formação dos galhos, aumentaram a grossura e densidade das folhas, adicionaram genes que repelem pragas e aceleraram a taxa de crescimento de tais plantas.

A eletricidade coletada das folhas seria conduzida pelo tronco da árvore até uma estrutura subterrânea que contém uma bateria que pode armazenar até 103kH/h de eletricidade.

Uma árvore pode alimentar sete casas americanas, e americanos consumem muita energia!”, diz Catalina Lotero, designer industrial integrante da equipe multidisciplinar.

O projeto foi apresentado em uma conferência recente na África do Sul.

O resultado final deste trabalho provavelmente só será visto daqui e algumas décadas, já que é necessário esperar pelo ciclo de crescimento de árvores, e Olmos levam 40 anos para chegar à fase, digamos que adulta.

Entretanto, a equipe reflete sobre as implicações éticas deste trabalho. Se o mundo tivesse acesso à esse tipo lucrativo de árvore, isso poderia impactar negativamente a diversidade de vários biomas. “E se as pessoas se empolgarem com essas árvores e retirarem plantações, árvores frutíferas… o que aconteceria com a vida selvagem?”, indaga ela. “É eticamente correto usar algo que está vivo e alterá-lo como um produto?”

Empresas de tecnologia têm se voltado cada vez mais para etinicistas que podem refletir sobre implicações éticas de produtos de Inteligência Artificial antes que os projetos sigam em frente. Uma empresa especializada nesse serviço é a Unintended Consequences of Tecnology Lab, em São Francisco, nos Estados Unidos.

Uma das financiadoras da pesquisa, a Tokyo Gas, não está pressionando a equipe para que desenvolva logo a árvore, o que é muito importante. “Eu acho que como designers, pesquisadores, arquitetos, cientistas e todos os outros que estão projetando o futuro, temos que reservar um tempo para pensar no pior cenário de cada projeto”, conclui Lotero.

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