Bom dia, a Bolsa de Chicago opera em alta nos principais ativos.

A soja opera em alta após correção próximo à última região de suporte, de olho no andamento da safra dos EUA e dados de esmagamento nos EUA.

Fundos vendedores ontem estimados em: 5.000 contratos de soja; 5.000 contratos de milho; 3.500 contratos de trigo; 3.500 contratos de óleo de soja; 2.000 contratos de farelo de soja.

Esmagamento de soja nos EUA fica menor do que o esperado em junho. A Associação Nacional de Processadores de Oleaginosas (NOPA) informou ontem que o processamento de soja nos EUA foi de 138,074 milhões de bushels em junho, abaixo dos 143,1 milhões esperados, 149,246 milhões de maio e 145,05 milhões de junho de 2016. As exportações de farelo caíram de 592,92 mil toneladas para 562,68 mil, contra 594,71 mil do mesmo período de 2016. Os estoques de óleo caíram de 1,749 bilhão para 1,703 bilhão de libras, contra 1,985 bilhão de 2016.

As condições das lavouras de soja dos EUA pioraram 1 ponto percentual na última semana, caindo para 61% bom/excelente, contra 71% do mesmo período do ano passado. O florescimento atingiu 52%, contra 51% da média, e a formação de vagens atingiu 16%, contra 13% da média.

As condições das lavouras de milho também pioraram 1 ponto percentual, para 64% bom/excelente, contra 76% do ano anterior. O pendoamento atingiu 40%, contra 47% da média.

O USDA divulgou ontem o relatório de embarques semanais de grãos dos EUA. Os embarques de soja foram de 285,97 mil toneladas, contra 476,14 mil da semana anterior e 400,6 mil do mesmo período do ano passado. Na temporada, os embarques de soja somam 53,28 milhões de toneladas, contra 45,4 milhões do mesmo período de 2016. Os embarques de milho foram de 1,109 milhão de toneladas, contra 1,011 milhão da semana anterior e 1,33 milhão de 2016, acumulando 50,86 milhões de toneladas na temporada, contra 37,75 milhões do mesmo período de 2016.

O dólar opera com mais de 0,5% de baixa frente a outras moedas após mais senadores republicanos se oporem à reforma da saúde de Donald Trump, com cada vez menos chance do Obamacare ser substituído.

No Brasil, a moeda acompanhou o mercado externo e abriu com quase 0,5% de baixa e agora vale R$3,1720, -0,31% (10h20). O Banco Central segue com a rolagem dos contratos de swap cambial tradicional com vencimento agosto, com a oferta de até 8.300 contratos no dia de hoje. Hoje é o início oficial do recesso parlamentar, com duração até 31 de julho. O presidente do Banco Central, Ilan Goldfajn, se reúne hoje com o ministro da Fazenda, Henrique Meirelles, do Planejamento, Dyogo Oliveira, e com o presidente do BNDES, Paulo Rabello, para discutir a criação da Taxa de Longo Prazo (TLP). Ontem a moeda fechou com baixa de 0,11%, a R$3,1814.

As bolsas asiáticas fecharam majoritariamente em alta, enquanto o restante das bolsas mundiais operam majoritariamente em baixa.

Os futuros do petróleo operam em alta, zerando as perdas de ontem, à espera do relatório de estoques dos EUA, divulgado pelo Instituto Americano de Petróleo (API) no final da tarde de hoje.

A inflação ao consumidor do Reino Unido medido pelo índice de preços ao consumidor (CPI) subiu 2,6% em junho na comparação anual, desacelerando de 2,9% observado em maio, segundo dados do Escritório Nacional de Estatísticas (ONS). Em relação a maio, o CPI do Reino Unido ficou estável no mês passado.


CLIMA

 

No Brasil, tempo predominantemente seco hoje, com previsão de mais geadas para todo o Sul nos próximos dias.

Previsão de Precipitação Brasil, 24 horas, em milímetros.

Na Argentina, tempo predominantemente seco hoje.

Previsão de Precipitação Argentina, 24 horas, em milímetros.

Precipitação Observada Argentina, 24 horas, em milímetros.

Nos EUA, chuvas do Nebraska ao Wisconsin no dia de hoje.

Previsão de precipitação EUA, 24 horas, em polegadas.

Precipitação Observada EUA, 24 horas, em milímetros.

Precipitação Observada EUA, 7 dias, em milímetros.


PRÊMIOS

 


MATÉRIA DO DIA

 

Em Minas Gerais foi construída a primeira fazenda de energia solar por assinatura
Por Any Karolyne Galdino, Engenharia É


Na região Norte de Minas Gerais, uma fazenda está produzindo energia solar e oferecendo um plano por assinatura para que pessoas possam utilizar essa energia.

Funciona da seguinte forma: Você contrata um lote da fazenda solar e utiliza a energia gerada por ele, essa energia é conduzida normalmente pela distribuidora, que no caso é a Companhia Energética de Minas Gerais (Cemig), e entregue aos contratantes do serviço.

“Portanto, poderemos atender onde a Cemig opera a rede. A conta de energia vai chegar normalmente, só que vai ser abatida a cota contratada, da mesma forma como acontece com quem tem uma usina de geração de energia solar em casa atualmente”, diz o diretor da empresa, Rodolfo Molinari.

No site oficial da empresa há dois planos para contratar, o básico, com monitoramento online de geração e consumo de energia, sem fidelidade. E o plus, onde você terá que ter fidelidade com o serviço por 24 meses, e recebe desconto de 10% por mês no valor cobrado pela empresa do plano básico e receberá dicas de consumo e economia.

E como fica a questão financeira ao aderir?

A distribuidora de energia cobra de você tanto os custos para ela distribuir a energia, quanto os custos de quem gerou a energia. Após recolher os recursos com você, ela fica com a parte associada à distribuição e repassa para o gerador os custos de geração. Ao aderir à Fazenda Solar, ela não precisa mais recolher de você a parte associada à geração, uma vez que você mesmo produziu sua energia. – Sob a sua ótica: mensalmente, a distribuidora irá descontar do seu consumo, toda a energia elétrica que você mesmo produziu pelo seu lote. Caso seu lote produza menos do que você necessita no mês, a distribuidora irá te entregar a diferença e, consequentemente, cobrar por isto. Caso seu lote produza mais, você fica com um crédito para usar nos meses subsequentes.

O empreendimento
A fazenda solar ocupa uma área de 2,5 hectares e tem capacidade para produzir 2.100 megawatts/hora (MWh) de energia por ano e atenderá de cem a 150 clientes, por enquanto. O investimento total no empreendimento, foi de R$ 5,5 milhões.

Agora a empresa tem como objetivo viabilizar uma segunda usina na mesma fazenda, que já estará em funcionamento ainda neste ano. Mas não para por aí, eles querem pra daqui três anos, viabilizar cem usinas de 5 MW, com investimentos de R$ 2,5 bilhões a R$ 3 bilhões. “Como serão usinas maiores, poderemos atender de 500 a 750 usuários”, diz Rodolfo.

A ideia é que a maioria das cem usinas seja no estado de Minas. “É um Estado bem propício para isso, com boa luminosidade, em especial nas regiões Noroeste e Norte”, observa o diretor da empresa.

Assista abaixo o vídeo promocional da empresa:


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