Bom dia, a Bolsa de Chicago opera mista, com soja e derivados em alta, milho e trigo em baixa.

O USDA divulgou ontem o relatório de embarques semanais de grãos dos EUA. Os embarques de soja foram de 596,92 mil toneladas, contra 298,07 mil da semana anterior e 720,57 mil do mesmo período do ano passado. Na temporada, os embarques de soja somam 53,89 milhões de toneladas, contra 46,13 milhões do mesmo período do ano passado. Os embarques de milho foram de 935,26 mil toneladas, contra 1,123 milhão da semana anterior e 1,32 milhão de 2016. Na temporada, os embarques de milho somam 51,81 milhões de toneladas, contra 39,07 milhões do mesmo período de 2016.

As condições das lavouras de soja dos EUA tiveram piora de 4 pontos percentuais na última semana, para 57% bom/excelente, contra 71% do mesmo período do ano passado. O florescimento atingiu 69%, contra 67% da média, e a formação de vagens atingiu 29%, contra 27% da média.

As condições das lavouras de milho dos EUA tiveram piora de 2 pontos percentuais de bom/excelente, para 62%, contra 76% do mesmo período do ano passado. O pendoamento atingiu 67%, contra 69% da média, e o estádio de grão farináceo (R4) atingiu 8%, contra 13% da média.

As condições das lavouras de trigo de primavera apresentaram piora de 1 ponto percentual, para 33% bom/excelente, contra 68% do mesmo período do ano passado.

Fundos vendedores ontem estimados em: 10.000 contratos de soja; 9.000 contratos de milho; 7.000 contratos de trigo; 4.000 contratos de farelo de soja; 3.000 contratos de óleo de soja.

O USDA reportou ontem a venda de 135.000 toneladas de milho 2017/18 para destinos desconhecidos.

O dólar opera com leve baixa frente a outras moedas. Hoje inicia a reunião de dois dias do FOMC para decisão da taxa básica de juros dos EUA. A decisão será divulgada às 15 horas de amanhã (horário de Brasília), com expectativa de manutenção da taxa nos níveis atuais, entre 1,00%-1,25%. As maiores apostas para uma próxima elevação nos juros está somente para a reunião de dezembro.

No Brasil, a moeda abriu com leve baixa e agora vale R$3,1450, -0,03% (10h15). O Banco Central segue com a rolagem dos contratos de swap cambial tradicional com vencimento em agosto, com a oferta de até 8.300 contratos no dia de hoje. Hoje inicia reunião de dois dias do Copom para a decisão da taxa básica de juros da economia, com expectativa de corte de 1 ponto percentual, para 9,25% ao ano. Ontem a moeda fechou com alta de 0,22%, a R$3,1476, corrigindo as quedas recentes.

As bolsas asiáticas fecharam mistas à espera da reunião do Fed. O restante das bolsas mundiais operam majoritariamente em alta.

Os futuros do petróleo operam em alta. Hoje saem dados do Instituto Americano de Petróleo (API), e amanhã, dados de estoques do Departamento de Energia dos EUA (DoE).

O setor industrial dos EUA medido pelo índice de gerentes de compras (PMI) subiu de 52 para 53,2 na prévia de julho, segundo a IHS Markit. O resultado veio acima do esperado pelo mercado. Já o setor de serviços ficou estável em 54,2 em julho. O índice composto, que mede a atividade nos setores industrial e de serviços, subiu para 54,2 em julho, de 53,9 em junho, atingindo o maior nível em seis meses.

As vendas de casas usadas nos EUA caíram 1,8% de maio para junho, para taxa anualizada de 5,52 milhões, segundo a Associação Nacional de Corretores de Imóveis (NAR). Na comparação anual, as vendas subiram 0,7% em junho.


CLIMA

 

No Brasil, tempo predominantemente seco hoje.

Previsão de Precipitação Brasil, 24 horas, em milímetros.

Na Argentina, chuvas isoladas no dia de hoje.

Previsão de Precipitação Argentina, 24 horas, em milímetros.

Precipitação Observada Argentina, 24 horas, em milímetros.

Nos EUA, chuvas do Colorado ao Wisconsin no dia de hoje.

Previsão de precipitação EUA, 24 horas, em polegadas.

Precipitação Observada EUA, 24 horas, em milímetros.

Precipitação Observada EUA, 7 dias, em milímetros.


PRÊMIOS

 


MATÉRIA DO DIA

 

Há água no interior da Lua, dizem cientistas
Com dados de satélite, pesquisadores encontraram evidências de líquido preso no interior de rochas.
Por G1


A fotografia mostra o astronauta Buzz Aldrin na Lua; a foto foi tirada por Neil Armstrong, cujo reflexo aparece no capacete (Foto: Divulgação)

Estudo publicado na “Nature Geoscience” nesta segunda-feira (24) traz evidências de que há água no interior da Lua.
Combinando dados de satélite com informações de espectrômetros, cientistas da Universidade de Brown (Estados Unidos) conseguiram perceber uma grande quantidade de líquido preso no interior de rochas.
Espectômetros ajudam cientistas a verificar a presença de objetos no espaço pela análise do comportamento da luz.
Evidências de água na Lua começaram a surgir partir de 2008, mas ainda acreditava-se que não havia líquido em seu interior.
Antes, cientistas assumiam que era improvável que o hidrogênio teria sobrevivido ao calor do impacto da formação do satélite. Por isso, o achado levanta também questões sobre as circunstâncias da formação da Lua.
Os dados do estudo podem facilitar ainda missões de exploração na superfície lunar, já que talvez não seja mais necessário levar grande quantidade de água da Terra para lá.


Compartilhe nas redes sociais

Seja o primeiro à comentar.

Enviar comentário